Quantas vezes fui a shows e a pessoa da minha frente tinha mais de 2 metros? As inúmeras vezes que o player não quis tocar meus CDS ou o MP3 estava corrompido? É, preciso confessar que neste quesito, euzinha passei umas mil vezes na fila antes de nascer.

Pra você pode ser o dia que sai de casa atrasado, pega todos os faróis vermelhos e um trânsito infernal em vias que normalmente estão vazias. Imprevistos podem acontecer e por isso a Bradesco Seguros criou uma campanha diferente e super interessante com o filme ”Especialista” – em imprevistos:

A campanha ainda conta com o filme “Meninos e Meninas” que também leva a trilha sonora do “Missão Impossível” para mostrar que estão sempre perto quando a gente mais precisa:

É sempre bom saber que podemos contar com uma empresa séria como a Bradesco Seguros e eficiente diante de imprevistos, independentemente da situação e momento afinal a vida é assim… imprevisível. E para quem gostou, divirta-se ainda mais com o making of do filme afinal ”Vai Que”.


Publieditorial
 

Se existe uma outra cidade no mundo capaz de despertar o mesmo amor que eu sinto por São Paulo, essa cidade é Londres. E essa paixão vem desde que eu me entendo por gente, por conta das histórias que minha mãe contava sobre a Rainha Victoria e a relação que ela fazia com meu nome. Com o passar dos anos, meu fascínio pela terra da rainha, do chá das 5, do Big Ben, das Spice e da Sam só aumentou, principalmente depois da minha breve passagem pela cidade em 2010, que ganhou até uma série de posts aqui no blog. E sim, apesar de terem passado quase 3 anos, admito que ainda não superei e já tenho planos de recuperar parte do meu coração, que ficou por lá.

Ontem um amigo compartilhou comigo um link apresentando 101 razões para morar em Londres pelo menos 1 vez na vida e fiquei pensando que apenas um seria o suficiente para me convencer a ficar lá de vez. Mas daí, como se não bastasse isso, a Narda me manda hoje o link mais repleto de amor já visto em toda vida.

É que a cantora Katrina Leskanich, em parceria com a escritora Sher Harper, lançaram o livro “Peggy Lee Loves London: My London Guide”, que tem como modelo/musa a cadelinha de Katrina, Peggy Lee. Segundo a própria Katrina, apesar dela viver em Londres desde a década de 80, foi na companhia de Peggy que ela passou a explorar mais a cidade, principalmente pontos fora do circuito tradicional. Por este motivo, ela achou justo transformar sua fiel escudeira em modelo para seus cliques e inspiração para o guia.

FAZENDO PASSEIO CLICHÊ NA ABBEY ROAD <3

FAZENDO PASSEIO CLICHÊ NA ABBEY ROAD <3

DANDO UM PASSEIO CASUAL PELA PORTOBELLO ROAD

DANDO UM PASSEIO CASUAL PELA PORTOBELLO ROAD

 

Gente! Queria começar este post agradecendo todos os comentários e compartilhamentos do post sobre os pequenos prazeres que as novas gerações não terão. Fiquei super feliz pela repercussão do post (quase 4k likes :O) e principalmente, pela interação de vocês. Foi incrível ler cada um dos mais de 100 comentários e ver que muitos se identificaram e se emocionaram com o post <3.

Como eu não consegui responder todo mundo (mas prometo que eu vou! HAHAHA :D), resolvi fazer uma mixtape temática em agradecimento a todos que comentaram, compartilharam e se identificaram com a minha pequena lista. Nesta edição, temos os melhores hits do pop que nos fizeram dançar até o chão nas festinhas de garagem e algumas das bandas que nós esquecemos que amamos muito um dia.

Então dá o play e vem comigo!

mixtape27

Para baixar esta mixtape e levar para aonde você for, clique aqui. Para ouvir e baixar outras mixtapes que já passaram pelo blog, vem pra cá.

PFVR DANÇANDO NA FESTINHA NA GARAGEM

PFVR DANÇANDO NA FESTINHA NA GARAGEM

Ainda para quem adora 90′s, tem outras duas mixtapes temáticas aqui no blog: uma de rock (<3) e outra de dance “poperô” music \o/.

PS: sim, a capa feita no WordArt meets Corel foi proposital rsssss.

 

Encerrei as atividades da sexta passada com um único desejo: tirar meu final de semana para me dar um tempo. Nada de baladas, ou programas que exigissem o mínimo de esforço físico e mental meu. Estava precisando disso, talvez mais do que uma viagem ou algo que tecnicamente me revigoraria normalmente.

Aproveitei meu final de semana no mais puro ócio para fazer algo que eu vinha protelando há muito tempo: reorganizar meu quarto. Não sou a pessoa mais organizada do mundo e confesso que sou bem baguceira, dessas que deixam as roupas acumularem em cima da cama (e não, não me orgulho disso), mas botar as coisas em ordem costuma funcionar quase como uma auto-faxina mental, principalmente quando não estou no meu melhor humor. E a reorganização funciona quase como um ritual: antes de começar, separo os meus CDs favoritos, pego meu aparelho de som e me tranco lá o dia inteiro.

Desta vez, a arrumação foi um pouco mais profunda que das anteriores, e em todos os sentidos. Além das várias caixas de coisas que estavam guardadas e esquecidas no armário, como roupas, bichos de pelúcia, sapatos que eu não uso mais e bijuterias que comprei e jamais usei, resolvi liberar a parte aonde eu guardava meus CDs. E o que era para ser só um bota-fora, acabou se tornando uma viagem no tempo.

MEUS CDS FAVORITOS: PODERIA VIVER OUVINDO-OS EM LOOPING PELO RESTO DA VIDA

MEUS CDS FAVORITOS: PODERIA VIVER OUVINDO-OS EM LOOPING PELO RESTO DA VIDA

Sempre fui uma grande consumidora de CDs, talvez tanto quanto roupas e maquiagem, e este é um hábito que eu cultivo até hoje. Enquanto a maioria das pessoas nutrem amores por DVDs e livros e mulheres por sapatos e batons (não que eu não seja assim, pelo contrário) eu nutro por CDs físicos, mesmo em tempos de MP3 e músicas disponíveis para serem baixadas gratuitamente pela Internet toda. Claro que eu não vou ser hipócrita de dizer que eu não baixo músicas, inclusive faço isso todos os dias, mas se eu gosto muito de um artista ou de um determinado álbum, faço questão de também ter uma versão física –mesmo que ela fique guardada em algum cantinho no meu quarto.

Para mim, meus CDs contam um pouco da minha história. A cada caixinha que eu pegava e decidia se iria guardar para a posteridade ou se levaria para o armário da garagem, fiquei pensando nas lembranças que cada um deles trazia. Dos mais trashes como as coletâneas no melhor estilo “As 7 Melhores da Jovem Pan” e “Axé Brasil 96” a CDs de bandas e artistas que eu amo até hoje como Killers e Hole, cada um deles contavam uma parte do que eu vivi nesses últimos 18 anos, quase como uma trilha sonora da minha vida.

Demodê, vintage ou ultrapassado para as novas gerações, o que importa é que eu pretendo continuar comprando CDs e transformá-los em trilhas de pequenos contos da minha vida real enquanto puder colecioná-los.

E vocês, também continuam comprando CDs ou se contentam apenas com versões digitais?

 
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