É assim que eu definiria minha vida. Desde o começo do ano, vivo em altos e baixos (mais baixos do que altos), e uma vontade louca de mandar o mundo ir passear naquele lugar. Nessas horas, tento pensar em frases-de-efeito-altamente-irônicas como “se o mundo te der as costas, passe a mão na bunda dela”, mas tem certas horas que nem isso funciona. Ainda não sei da onde eu tiro tanta força para ainda conseguir me manter dentro das coisas que andam acontecendo na minha vida.
Nesses últimos tempos, tenho repensado na minha vida inteira e tudo que a envolve atualmente. Estou tentando estabelecer prioridades, ver o que é mais importante para mim agora. Eu não posso adiar mais nada, a fase de precisar já passou, eu tenho que ficar bem. E por mais forte que eu seja, e por mais auto-controle que eu tenha, eu também não tenho sangue de barata. É uma sensação muito ruim, um misto de euforia, tristeza profunda, felicidade, ansiedade, vontade de baladar, vontade de ficar quetinha … assim, bem nos extremos. É como se a vida me desse uma apunhalada nas costas quando eu menos espero, ao mesmo tempo que ela faz o curativo e me dá carinho. Ao mesmo tempo de tudo isso, eu me sinto bem e feliz. Sim, é contraditório, e é isso que me preocupa. E para quem acha que isso tem a ver com pessoas, podem ter certeza que a conclusão está errada, porque tudo isso não tem nome, muito menos sobrenome. Talvez um nome técnico em alguma bibliografia científica e só.
Falando em repensar, eu andei repensando sobre minha vida blogueira (pra variar). Dessa vez, por pouco Borboletando e toda minha vida virtual foi pro espaço, porque eu tô cansada de um monte de gente ficar rogando olho gordo em mim. Mas, em respeito as pessoas especiais que eu conheci através dele, decidi ser um tanto quanto Fernando Pessoa, e ter vários heteronômios, ou pelo menos 1 só. Durante toda minha vida, acabo sendo tão eu mesma, que acabo falando demais e não preservando muito minha vida, tanto na minha vida real, com amigos de carne e ossos, quanto na minha vida virtual com meus amigos “eletrônicos”. Porém, como eu não tenho malícia suficiente para saber que muita gente quer mais ver eu me f******”, acabo demonstrando minha felicidade de forma excessiva, o que gera muita inveja. Por isso, cheguei a conclusão que a vida da Victoria não interessa a ninguem aqui, apenas para quem está próximo a mim. Agora a vida da Vivie estará exposta de forma explícita neste blog, com posts engraçados, fúteis, e alguns desabafos (como este) com algumas restrições. Mais uma vez: eu tenho que fazer isso.
Um resumão para quem é sedentário e tem preguiça de ler 29839475859 palavras deste post: estou passando por uma fase delicada, que não tem a ver com ninguem, e sim com um problema que eu realmente tenho, porém, não quero expor isso aqui. Por mais que eu esteja “feliz”, é como se alguma coisa ali me incomodasse, e me desse sensações ruins. Tenho certeza de que isso é só uma fase, e que eu vou ficar 100% bem novamente.Mas, tudo que eu preciso é de um tempo só para mim.
Sei que este post vai ser confuso para todo mundo, com excessão do Ví, a pessoa que mais me apoia neste momento e que sabe de tudo mesmo. Prometo que ainda esse final de semana faço um post mais animadinho, contando as novidades, mas por hoje, é só. Antes de ir mesmo, queria agradecer todo mundo que votou em mim nos TOPS do Blogando, que mesmo sem divulgação, chegou ao TOP 10. Quem quiser votar ainda, Vivie agradece a preferência^^
Words are very unnecessary, they can only do harm”.
Depeche Mode, Enjoy The Silence
[audio:http://www.borboletando.org/audio/silence.mp3]

SP, 03/12,
moda, música, batom e esmalte vermelho, sapatos, perfumes, cachorros, ovelhas, frutas vermelhas, caipirinha de morango, tequila sunrise, mojito, temaki, cupcake, glitter, paetês, The Killers, Garbage, Hole, Smiths, Cure, Britney, anos 80 e 90. Parece garota enxaqueca mas é uma boa menina. 
















março 26, 2007 às 3:52 pm
Vivi, eu não imagino o que esteja acontecendo com você, mas imagino a dificuldade que é passar por algo que está dentro da gente, mas que não é facíl de destinguir até para nós mesmos. Com tantas coisas passando na minha cabeça nas últimas semanas, com tantas responsabilidades e coisas a resolver, me vi perdida e senti um vazio dentro de mim muito grande. Uma sensação de que a vida não tinha sentido e por que eu me voltava sempre para um lado…
Mas o bom é que o tempo, mais uma vez, fez seu papel e me ajudou a melhorar.
Força para você ai!
Bjitos!
março 24, 2007 às 11:52 am
Viii, que saudades linda.
Bom, nem tem muito o que falar. =T
Espero que esse seu problema passe logo, e a Vivi alegre volte como antigamente, pois era super bom saber se você estava bem, feliz, compradeira. :P
Ixi, pessoas rogando olho gordo? se benze porque senão isso não passa… é pura inveja! Por além de vc ser linda, ser tão carismática.
Ei, qualquer coisa pode contar comigo.
Te amo viu?
:*
março 24, 2007 às 1:03 am
oi linda!
espero que tudo o que esteja te deixando pra baixo passe logo e que fique tudo bem!
bjus
março 23, 2007 às 9:23 pm
Ai amorr! Não sei neim oq ue fizerr!
xD
Sei que essa fase delicada em sua vida tá só de passagem!
xD
março 23, 2007 às 9:18 pm
Sabe que eu me sinto assim também, e não sei se é porque eu já me acostumei com a terapia ou sei lá o que, maseu acho que todo mundo que se encontra em uma situação assim deve procurar um terapeuta :P
Não estou dizendo que você é louca ou tem algum problema psicológico, é que simplesmente tudo o que a gente precisa é se abrir com alguém imparciel que vai nos fazer olhar para a vida de outro ângulo.
E acredite, até no meu caso (onde eu sou realmente meio pancada dacabeça) existe um zângulo bom! :)