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	<title>Borboletando &#187; Comportamento</title>
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	<description>Moda, beleza, cultura pop e um pouco de devaneios.</description>
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		<title>Pela licença poética de pirar na batatinha</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:54:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho que nunca na minha vida clamei tanto pelo final do ano e pelas minhas férias. A verdade é que tenho trabalhado e estudado non stop há pelo menos uns 4 anos e mesmo fazendo o que a gente gosta, &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/11/pela-licenca-poetica-de-pirar-na-batatinha/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que nunca na minha vida clamei tanto pelo final do ano e pelas minhas férias. A verdade é que tenho trabalhado e estudado non stop há pelo menos uns 4 anos e mesmo fazendo o que a gente gosta, chega uma hora que nós precisamos nos dar ao luxo de não fazer absolutamente nada. Ou pelo menos quase isso.</p>
<div id="attachment_9623" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/11/pirando.png" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/11/pirando.png" alt="" title="" width="600" height="308" class="size-full wp-image-9623" /></a><p class="wp-caption-text">PELO DIREITO DE PIRAR NA BATATINHA: ESTAMOS TRABALHANDO</p></div>
<p>Minha vida é corrida. Moro longe do trabalho, da pós graduação, dos lugares que eu freqüento, dos meus amigos&#8230; volto para casa praticamente para dormir, ficar com meus pais e as cachorras. Desde quando comecei a ter uma rotina mais puxada por conta das minhas obrigações profissionais e estudantis, passei a abrir mão das minhas horas de folga e ócio para ficar em casa, ou escrevendo para o blog, ou conversando com meus amigos na web ou ainda lendo alguma coisa relacionada a Internet, mídias sociais ou artigos das aulas. Sair de casa era luxo, e exigia toda uma programação prévia, que geralmente já deixava preparada no começo da semana. Eu, que nunca fui a pessoa mais baladeira do universo mas procurava manter um certo compromisso de sair 1 ou 2 vezes por mês, deixei de sair. As poucas vezes que eu me dignifiquei a sair de casa geralmente emendava depois do trabalho, indo para a casa de um amigo ou para algum Happy Hour com horário cronometrado para voltar para ir embora. Fazia tudo isso com a ilusão de estar descansando, quando na verdade, só estava ficando mais cansada ainda. Há mais ou menos 4 meses, tenho me forçado a sair, a ver gente, conhecer pessoas, estar perto dos amigos e vou dizer que tudo isso tem me feito muito bem, obrigada. Tenho começado a semana com mais motivação, mais feliz e com a sensação de estar descansada. </p>
<p>Nós temos a maldita mania de achar que para estar cansado, é preciso fazer algum esforço físico, como se pensar também não exigisse de nós energia e tempo.  Eu trabalho com relacionamento e produção de conteúdo, passo a maior parte do tempo no trabalho criando e escrevendo textos. Nos últimos tempos, tenho percebido que não tenho rendido tanto e também uma sensação de bloqueio criativo. Sabe quando você escreve e acha que o texto ficou ruim? Ou ainda quando você tem todo o discurso formado na cabeça mas dá um bloqueio criativo que você não consegue jogar as idéias no Word? É assim que eu tenho me sentido nos últimos tempos, não só no trabalho, mas principalmente aqui no blog. Acho que grande parte dessa minha sensação se deve ao fato de eu ser uma pessoa extremamente perfeccionista e auto-critica, daquelas que não consegue fazer nada mais ou menos e acha que nada é o suficiente. Já a outra parte é a tal auto-cobrança: perdi a conta de quantas vezes eu abri o painel do WordPress para escrever um post bacana sobre algum assunto que eu queria debater e não conseguia escrever. Saia para respirar, dar uma volta, abria o painel de novo. Um dia, dois dias, uma semana, duas semanas. E aquela sensação péssima de que você não consegue mais transcrever e expressar sentimentos e pensamentos, que se manifesta em forma de angústia e um certo calafrio. </p>
<p>Perdi a conta de quantas vezes chamei amigos para desabafar, conversar, ver se eu tirava daquela conversa uma inspiração, desencantar o bloqueio criativo que eu estava enfrentando. E sabe como eu consegui fazê-lo? Na hora que eu deixei de me cobrar.  Desencanei dos prazos, das pressões, da necessidade do <em>“ai meu Deus tenho que postar”</em>, da maldita <del datetime="2011-11-27T19:25:14+00:00">~cagação~ de</del> regra de <strong>“você precisa postar ao menos uma vez por dia”. </strong>Quem disse isso? Aonde tá escrito que isso é uma regra, é uma obrigação? Para mim, escrever é <strong>um prazer</strong> e tenho a sorte de poder trabalhar com isso. Mas como todo prazer, só tem sentido quando ele <strong>te faz bem</strong>, te faz sentir uma pessoa melhor. Para mim, não rola escrever qualquer coisa &#8220;por obrigação&#8221;: eu preciso olhar para ela e achar que ela está bem feita e que vai agregar alguma coisa para o leitor. E isso vale não só para o blog, mas também para meus trabalhos como webwritter, que é minha profissão e o que me sustenta.</p>
<p>Uma vez eu li um artigo, não vou me lembrar aonde agora, em que o autor falava que ás vezes precisamos <strong>perder o foco</strong> naquilo que estamos fazendo para que as coisas fluam, e é verdade: parece que quanto mais focado estamos em um objetivo, mais ele se distancia da gente.  Ás vezes precisamos nos dar ao luxo de não fazer nada para que a inspiração venha, ou ainda, observar o que está ao nosso redor, mesmo que não tenha ligação com aquilo que nós estamos buscando naquele momento. Precisamos na maioria delas, expandir nossos horizontes,  deixar de ver só o que está debaixo dos nossos olhos.</p>
<p>Umas semanas atrás vi um vídeo no blog da <a href="http://www.chatadegalocha.com"  target="_blank">Lu Ferreira</a> que mostra 29 maneiras de se manter criativo, e todas as dicas mostram justamente isso: saia do lugar comum e observe, permita-se sair do foco, errar.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/24302498?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="600" height="338" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>E é essa minha meta para os 26 anos e para 2012: me cobrar menos, me permitir mais, exercitar e motivar minha criatividade todos os dias.</p>
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		<title>As mulheres de Nova, o pseudo-feminismo e o amelismo</title>
		<link>http://www.borboletando.org/2011/09/as-mulheres-de-nova-o-pseudo-feminismo-e-o-amelismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 12:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Lembro como se fosse hoje a primeira vez que eu comprei uma revista Nova. Tinha lá pelos meus 18 anos e com a minha assinatura da Capricho chegando ao fim, fui em busca de uma revista que tivesse mais a &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/09/as-mulheres-de-nova-o-pseudo-feminismo-e-o-amelismo/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro como se fosse hoje a primeira vez que eu comprei uma revista <a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a>. Tinha lá pelos meus 18 anos e com a minha assinatura da Capricho chegando ao fim, fui em busca de uma revista que tivesse mais a minha cara e que falasse mais a linha língua afinal, não dava para ler naquela altura dicas e dúvidas de relacionamento destinadas a meninas de 12 anos né? Naquela época, nem Lola nem Gloss existiam: ou era <a href="http://capricho.abril.com.br/"  target="_blank">Capricho</a>, ou era <a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a>, ou <a href="http://claudia.abril.com.br/"  target="_blank">Claudia</a>. A <a href="http://capricho.abril.com.br/"  target="_blank">Capricho</a> eu era muito velha, para a <a href="http://claudia.abril.com.br/"  target="_blank">Claudia</a>, muito nova. Me restava a Nova. </p>
<p>Até que um dia, voltando da faculdade, resolvi parar na banca e arriscar. Folha após folha, não conseguia encontrar sequer uma página que me deixasse a vontade ou no mínimo instigada para ler a matéria. Tudo se resumia a matérias no melhor estilo <em>&#8220;como ser bem sucedida em 3 passos&#8221;</em>, <em>&#8220;seja sexy e arranque suspiros na rua&#8221;</em>, <em>&#8220;como entrar em um jeans 36, manter um popô digno de mulher fruta e segurar o gato&#8221; </em>ou <em>&#8220;como conciliar trabalho, família, filhos e não perder o sex appeal&#8221;</em>. Isso sem contar o constrangimento de chegar em casa com uma revista com uma sessão denominada <strong>SEXO LACRADO</strong> e suas 299304405056596678 dicas de como enloquecer seu parceiro na hora H com técnicas surreais e posições dignas de artistas do Cirque du Soleil. Logo na primeira tentativa vi que não era uma revista para mim, tampouco para a minha vida. Naquela época, achei o discurso muito balzaquiano para uma adolescente com um pé na vida adulta. Resultado? Passei para a minha prima, 6 anos mais velha.</p>
<div id="attachment_9097" class="wp-caption alignleft" style="width: 610px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/cirque_posicao.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/cirque_posicao.jpg" alt="" title="cirque_posicao" width="600" height="386" class="size-full wp-image-9097" /></a><p class="wp-caption-text">INSIRA AQUI QUALQUER NOME BIZARRO A LA NOVA PARA ESTA POSIÇÃO</p></div>
<p>Quase 7 anos depois e o lançamento de outras revistas no mercado destinadas ao público da minha faixa etária (Gloss, Lola e a repaginação da Criativa), continuo achando que a Nova não é o tipo de revista para mim, uma mulher como muitas por aí. Se aos 18 anos eu não tinha a malícia e um olhar mais crítico com relação as matérias, hoje aos 25 tenho uma opinião que pode ser representada em uma só palavra: <strong>bizarra</strong>.</p>
<p><a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a> não é uma revista que me representa, e vou além: não representa 99,99% das mulheres brasileiras e quiçá, do mundo inteiro. A mulher que <a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a> apresenta é independente, linda, gostosa, sexy, bem sucedida, ótima mãe, excelente filha, realizada, bem resolvida, bem vestida, cheia de iniciativa e boa de cama, sempre em busca de uma novidade para apimentar a relação. É a mulher que é solteira mas não se incomoda de sair por aí em busca de sexo casual mas que ao mesmo tempo, busca um homem para chamar de seu e que tenta a todo custo, prendê-lo, mesmo que seja por meio do sexo. É a versão turbinada da <strong>Mulher Maravilha</strong>, o esteriótipo da mulher perfeita das duas útimas décadas e quem sabe, do novo século. Ou não.</p>
<div id="attachment_9082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 558px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/capanova.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/capanova.jpg" alt="" title="capanova" width="548" height="740" class="size-full wp-image-9082" /></a><p class="wp-caption-text">IMPRIMA, RECORTE, COLOQUE SUA CARA E SEJA TAMBÉM UMA MULHER DE NOVA</p></div>
<p>Há quem diga que a Nova segue um discurso feminista, mas sinceramente, acho que esta mulher sugerida pela publicação nada mais é do que a uma versão atualizada da Amélia, aquela que diziam por aí que era a mulher de verdade. Aquela que lavava, passava, cozinhava, cuidava dos filhos, limpava a casa e ainda tinha que estar linda para o marido a noite. A mesma que lia Jornal das Moças e Cláudia e seguia os seguintes conselhos para segurar o marido e manter a família:</p>
<blockquote><p>
- &#8220;Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas.&#8221; (Jornal das Moças, 1957)</p>
<p>- &#8220;Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto.&#8221; (Revista Cláudia, 1962)</p>
<p>- &#8220;A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa.&#8221; (Jornal das Moças, 1945)</p>
<p>- &#8220;A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos.&#8221; (Jornas das Moças, 1959)</p>
<p>- &#8220;A esposa deve vestir-se depois de casada com a mesma elegância de solteira, pois é preciso lembrar-se de que a caça já foi feita, mas é preciso mantê-la bem presa.&#8221; (Jornal das Moças, 1955)</p>
<p>- &#8220;Se o seu marido fuma, não arrume brigas pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa.&#8221; (Jornal das Moças, 1957)</p>
<p>- &#8220;A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar uma muher por não ter resistido às experiências pré-núpciais, mostrando que era perfeita e única , exatamente como ele a idealizara.&#8221; (Revista Cláudia, 1962)</p>
<p>- &#8220;Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu.&#8221; (Revista Querida, 1954)</p>
<p>- &#8220;É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido.&#8217; (Jornal das Moças, 1957)</p>
<p>- &#8220;Lugar de mulher é no Lar. O trabalho fora de casa masculiniza&#8221; (Revista Querida, 1955)</p></blockquote>
<p>Não sei para você, caro leitor deste humilde blog, mas leio as frases retiradas de revistas da década de 50 acima e não consigo diferenciar a intenção dessas publicações do tempo da nossa avó para as matérias e dicas publicadas pela Nova nos últimos tempos. Ok, a posição das mulheres dentro da sociedade mudou (graças né?) mas a intenção tanto das chamadas da capa deste mês quanto das frases retiradas das revistas das nossas vós acima é a mesma. O que muda é um discurso feminista-liberal para esconder um machismo embutido adaptado para os novos tempos, porque no final das contas, o que ambas pregam é no fundo, o papel de submissão ao homem e sua imagem perante a sociedade. Ou seja: se no tempo das nossas avós o negócio era ser uma mulher de &#8220;família&#8221;, cuidar do lar e estar sempre preparada para o marido, hoje as mulheres são massacradas pela imagem da mulher bem sucedida, super-mãe, super-mulher dona de um corpo escultural e bem resolvida sexualmente, a ponto de sempre levar coisas novas para o companheiro ou o carinha que ela está saindo atualmente. Se você tem alguma dúvida disso, basta ler alguma das chamadas das matérias publicadas na versão <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/" >on-line de Nova</a>:</p>
<blockquote><p>
<strong>6 tipos de sexo que o seu amor adora</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/422/amor_sexo/6-tipos-de-sexo.shtml" >Leia</a></p>
<p>&#8220;Se é como a gente pensa, que eles não vivem sem sexo, isso não significa que anseiam por um repeteco da noite anterior. Saber das preferências masculinas ajuda a variar o repertório e, mais ainda, a manter nos dois a chama da paixão bem acesa.&#8221; </p>
<p><strong>30 manobras sexuais extra hot (sem usar as mãos!)</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/452/amor_sexo/30-manobras-sexuais-sem-usar-as-maos.shtml" >Leia</a></p>
<p>&#8220;Seus dedos incendeiam qualquer cara, mas outras partes do seu corpo são capazes de derretê-lo ao menor toque. A seguir, uma lista de manobras que vão matar seu amor de prazer &#8211; e sem deixar digitais!&#8221;</p>
<p><strong>O que os homens pensam durante o sexo</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/437/amor_sexo/o-que-os-homens-pensam-durante-sexo.shtml" >Leia</a></p>
<p>&#8220;A Alinne Moraes, a celulite que flagrou &#8211; apesar de seus esforços para escondê-la -, o gol de um craque&#8230; Será que isso passa pela cabeça deles no rala-e-rola? Sim, essas coisas e muitas outras. O nosso espião entrega tudo!&#8221;</p>
<p><strong>Como fazer um strip-tease</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/passo-a-passo/como-fazer-um-strip-tease/" >Leia</a> </p>
<p>&#8220;NOVA traz, passo a passo, um strip-tease que vai deixar o seu homem caidinho, louco para ter você nos braços dele. Confira, aprenda e arrase!&#8221;</p>
<p><strong>Receitas sexy para esquentar sua relação</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/449/amor_sexo/receitas-sexy-para-esquentar-relacao.shtml" >Leia</a> </p>
<p>Anote as receitas explosivas que vão fazer qualquer um comer na sua mão (ou em outro lugar do seu corpo). Preaqueça o quarto, junte uma lingerie sexy, um homem lindo e sua fantasia mais apimentada. Misture bem e leve à cama (ou ao carro, à banheira, à balada&#8230;).</p>
<p><strong>Estilo rock and roll para seduzir</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/galerias/moda/looks-para-seduzir/index.shtml" >Leia</a></p>
<p>&#8220;Deite e role com tachas, correntes, couro, microcomprimentos, paetês&#8230; O gato vai dançar conforme sua música!&#8221;</p>
<p><strong>A saia mais provocante do verão</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/galerias/moda/saia-adesiva/index.shtml" >Leia </a></p>
<p>&#8220;A mega-hiperadesiva saia bondage foi eleita a peça mais sexy da estação. Numa destas, você vai convencer qualquer homem a confessar todos os pecados. E ainda cometer mais alguns!&#8221;</p>
<p><strong>Vestida de forma provocante para arrasar no primeiro encontro</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/galerias/moda/primeiro-encontro/" >Leia </a></p>
<p>&#8220;A temperatura vai subir já no primeiro encontro. Então, vista-se com segundas intenções, sem deixar de lado os tecidos fluidos, de cores intensas e formas sedutoras. Seu novo gato não vai resistir e o final desse encontro será&#8230; só o começo!&#8221;</p>
<p><strong>50 coisas para fazer nua</strong> &#8211; <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/edicoes/443/vida_trabalho/50-coisas-para-fazer-nua.shtm" >Leia</a></p>
<p>&#8220;Atitudes ousadas para você curtir e exibir seu corpo &#8211; sozinha, com um gato e até com as amigas&#8221;</p></blockquote>
<p>Para mim, <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/" >Nova</a> nutre a imaginação de mulheres normais que acabam se massacrando com todas as exigiências da <strong>Mulher Maravilha</strong> do século XXI. Sou muito feliz com a minha profissão e meu emprego, sou feliz solteira e não estou desesperada para prender o peguete da vez, tô longe de ser gostosa, de ter um corpo perfeito, de querer sair por aí soltando olhares 43, mordiscadas nos lábios para seduzir ou aplicar alguma das milhares de dicas da revista até porque, tenho a impressão de que qualquer homem com o mínimo de bom senso deve olhar para as mulheres que aplicam isso entre 4 paredes e pensam: WTF?</p>
<div id="attachment_9126" class="wp-caption alignleft" style="width: 610px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/capanovavarias.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/capanovavarias.jpg" alt="" title="capanovavarias" width="600" height="492" class="size-full wp-image-9126" /></a><p class="wp-caption-text">TULE, PAPEL CREPOM, COLA BASTÃO, TESOURA SEM PONTA, VENTILADOR E CARÃO: VAMOS FAZER A CAPA DA NOVA</p></div>
<p><strong><a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a></strong> definitivamente não me representa. Assim como todas as mulheres de verdade desta década, tenho minhas imperfeições mas isso não me impede de ser feliz de verdade, de viver meus momentos, de curtir a vida. Não quero dicas para segurar meu homem, não quero saber qual a roupa que faria atrair todos os olhares, não preciso de <a target="_blank" href="http://nova.abril.com.br/especiais/nova-mulher-brasileira/papo-de-nova-amor5.shtml" >um guia de etiqueta sexual para conduzir meus novos relacionamentos</a>. Gosto das coisas simplesmente por gostar, não para agradar ninguém. Quero me vestir da maneira que eu acho que é a minha cara e não porque uma pesquisa X disse que saia Y combinada com sapato Z atrai mais homens. Não preciso levantar qualquer bandeira, seja de mulher independente, de &#8220;feminista&#8221; ou qualquer outra coisa que as matérias levante para ser quem eu sou. Não preciso de um manual de instruções para conduzir minha vida, meus gostos, minhas escolhas. </p>
<p>Não dá para levar essa revista a sério. Mesmo. Para mim, ler as matérias da <a href="http://nova.abril.com.br/"  target="_blank">Nova</a> virou sinônimo de piada, de humor, de troll, assunto de conversa no bar com as amigas. </p>
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		<title>Rehab 2.0</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 17:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de começar este post, gostaria de lançar uma pergunta a você, caro leitor deste humilde blog. Você consegue se lembrar como era sua vida não só antes da Internet, mas principalmente antes dos comunicadores instantâneos (e eu não estou &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/09/rehab-2-0-um-post-baseado-em-fatos-reais/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar este post, gostaria de lançar uma pergunta a você, caro leitor deste humilde blog. Você consegue se lembrar como era sua vida não só antes da Internet, mas principalmente antes dos comunicadores instantâneos (e eu não estou falando só do MSN, lembra do ICQ?) e principalmente das redes sociais?</p>
<div id="attachment_8927" class="wp-caption alignleft" style="width: 610px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/cutucaroff.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/09/cutucaroff.jpg" alt="" title="cutucaroff" width="600" height="450" class="size-full wp-image-8927" /></a><p class="wp-caption-text">CUTUCAÇÃO FRENÉTICA OFFLINE: TRABALHAMOS (OU AO MENOS ESTAMOS TENTANDO)</p></div>
<p>Fazem pouco mais de 12 anos que eu tenho Internet em casa e mais ou menos 7 que eu aderi a onda das Redes Sociais como conhecemos hoje. Se hoje faço amizades pelo Twitter ou pelo blog, antigamente era pelo chat da UOL que evoluía para o ICQ. Ironicamente, pouco antes de fazer minha primeira conexão na Internet, achava bizarro ouvir por aí que duas pessoas poderiam se conhecer através de um bate papo, assim como aquela sua tia que não manja nada de web e acha que você é um viciado hoje. </p>
<p>Tão irônico quanto meu pensamento de quando eu tinha lá meus 11 anos é pensar em como seria de fato minha vida hoje se a Internet não tivesse de fato aparecido. Talvez teria seguido a carreira de veterinária que era meu sonho da infância se não tivesse tanto pavor de sangue ou sensível demais para conviver com animais sofrendo ou ainda ter seguido a carreira de administração, usando roupas coxinhas e resolvendo tarefas burocráticas. Certamente não teria descoberto minha vocação para a publicidade e muito menos, meu gosto por escrever. E talvez seria uma pessoa mais fechada e low profile do que eu sou hoje. Ou não.</p>
<p>Não posso negar o quanto a Internet me ajudou a superar a barreira da minha timidez em partes (sim, não sou antipática, sou tímida gente!) e me aproximou de pessoas maravilhosas. Hoje a maior parte dos meus amigos reais conheci blogando, twittando ou de alguma forma com que a Internet possibilitasse a aproximação, o famoso amigo do amigo que você conheceu no Twitter mas que vocês se conheceram pessoalmente em uma festa e a partir daí engataram uma amizade. Por outro lado, tamanha praticidade e comodismo talvez tenham me deixado mais individualista, egocêntrica e impaciente com pessoas que talvez não tenham a mesma compatibilidade com meus gostos musicais e até mesmo que não entendam minhas piadas infames ou memes, frutos da minha convivência praticamente diária dentro da Internet. Gente que te olha com cara de tacho quando você manda um <em>“aham Claudia, senta lá”</em>, corrige teu <em>“TODOS CHORA”</em>  ou <em>“bons drink”</em>. Mas afinal, quem está certo nessa história?</p>
<p>Se a Internet possibilitou coisas maravilhosas nas nossas vidas, por outra está nos afetando na forma com que nos relacionamentos na vida real: estamos de fato cada vez mais intolerantes com pessoas que tem um gosto, um comportamento ou uma opinião diferente das nossas. Com profiles nas redes sociais e nossos gostos e dia-a-dia escancarados para quem quiser ver, passamos a priorizar aquelas pessoas que tem um estilo de vida mais compatível com os nossos, deixando o mundo mais “ervilha” do que ele já é –talvez essa seja uma explicação para o fato de eu, você e mais um montão de gente com interesses semelhantes termos amigos, reais ou virtuais, em comum. </p>
<p>Ainda mais irônico do que tudo isso é perceber que a mesma ferramenta que nos possibilita desbravar o universo e conhecer gente de todos os lugares do planeta sem sair de casa é a mesma que nos prende dentro do nosso próprio mundinho. Basta dar uma volta por aí para ver que nós estamos sempre conectados com nossos smartphones checando e-mails, notificações dos amigos e atualizando nossos status. Ações que fazemos enquanto almoçamos, estamos em um bar ou balada com os amigos, vivendo de fato a nossa vida real, de carne e osso. Queremos mostrar o que fazemos, com quem andamos, para aonde vamos, tudo em troca de algumas mentions e likes no Facebook feitos na maioria das vezes por pessoas que sequer fazem parte da nossa vida de verdade.  </p>
<p>O vídeo <strong>“You Need To Get Off Facebook”</strong> mostra mais ou menos tudo que eu disse aqui em cima e nos convida a refletir e entender que nós somos muito mais do que rostinhos bonitos escondidos em avatares, status feitos a partir do que estamos fazendo ou de frases impactantes da Clarice Lispector e do Fernando Pessoa e talvez o mais importante: você não tem 5 mil amigos.</p>
<p><iframe width="590" height="361" src="http://www.youtube.com/embed/5AyfZFfLel0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Sinceramente não acho que existe um certo ou errado. Não acho que hoje, em pleno 2011, temos que abolir nossas formas de comunicação online ou ignorar que elas existam como alguns conhecidos meus. Porém, também não acho que devemos concentrar toda nossa energia social nela. Em outras palavras, não acho que devemos abrir mão da nossa vida on-line, de conhecer pessoas ou compartilhar aquilo que estamos vivendo naquele momento, mas não podemos deixar que isso defina nossa personalidade ou nossa vida real. Tão importante quanto isso é lembrar que existem pessoas incríveis por aí no mundo offline esperando por um ”like” ou uma cutucada ao vivo, mesmo que elas não freqüentem os mesmos lugares ou escutem a mesma banda que você. Ou ainda, que não entendem o meme do dia do Twitter. </p>
<p>Precisamos reaprender a tolerar as pessoas com seus defeitos e gostos opostos mas principalmente, interagir de verdade, nos permitir a desbravar um território desconhecido e menos obvio do que o nosso mundinho, nos surpreender com as pessoas.</p>
<p>Eu estou me dando uma chance de reaprender a viver offline e você?</p>
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		<title>Por uma vida com bônus, vidas extras e botão reset</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 00:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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		<description><![CDATA[Nossa vida está cada dia mais associada a tecnologia, mas no fundo, gostaria que nossa vida fosse mais tecnológica, dessas cheia de recursos. Gostaria de ter um botão que eu pudesse pausar momentos que fossem eternos, voltar alguns minutos do &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/06/por-uma-vida-com-bonus-vidas-extras-e-botao-reset/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8012" class="wp-caption alignleft" style="width: 600px"><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/06/mario_billm1.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/06/mario_billm1.jpg" alt="" title="mario_billm" width="590" height="445" class="size-full wp-image-8012" /></a><p class="wp-caption-text">DESEJO DA VEZ: BÔNUS E VIDAS EXTRAS VITALÍCIAS NO GAME DA VIDA</p></div>
<p>Nossa vida está cada dia mais associada a tecnologia, mas no fundo, gostaria que nossa vida fosse mais tecnológica, dessas cheia de recursos. Gostaria de ter um botão que eu pudesse pausar momentos que fossem eternos, voltar alguns minutos do “vídeo” da minha vida para curtir novamente aquele momento feliz, avançar quando quisesse que aquele dia acabasse logo, dar um stop nos meus momentos de fúria ou apertar um eject quando eu quisesse que o filme acabasse.</p>
<p>Gostaria que meu cérebro fosse um sistema operacional como o Windows, que eu pudesse criar pontos de restauração, fazer backups, organizar as coisas em pastas, jogar o que não me interessa mais em uma lixeira e simplesmente dar o fim em tudo. Isso sem falar na função eraser ou no botãozinho delete afinal, quem nunca pensou em deletar um momento ou uma pessoa da sua vida?</p>
<p>Também não seria nada mal se eu pudesse ter um desses editores de imagem na vida real, não para corrigir minhas imperfeições afinal, ninguém é perfeito, mas não seria nada mal apertar um ctrl + alt + Z para desfazer um erro, uma palavra dita de forma equívoca ou até mesmo aquelas não foram sequer pronunciadas.</p>
<p>Mas no fundo mesmo, queria ser um desses jogos de video-game tipo Mario. Queria poder pular nas estrelinhas para ter energia e principalmente, poder morrer algumas vezes, renascer, sair rolando pelo precipício e continuar ali no jogo, até o game over. Talvez tenha essa necessidade porque não gosto de dar continuidade as coisas que eu considero perdidas. Tenho necessidade de mudar, de estar em constante transformação. Não gosto das certezas, da constância, por mais que eu busque o conforto do sim nos braços alheios. Odeio ter a sensação de estar próximo ao game over, mas tenho prazer em recomeçar. Não consigo começar na metade do caminho de uma coisa que não me agrada, eu preciso sempre recomeçar do 0. É quase uma coisa Fenix meets Mario: você cai no precipício depois de tentar pular a ponte para passar para a outra fase, mas daqui a pouco ressurge ali, no mesmo ponto que você parou com um truque novo para pular a tal ponte. Caiu de novo? Tudo bem. Você ainda tem pelo menos 7 vidas para tentar. Game Over? Clica em reiniciar.</p>
<p>A grande verdade é que tudo na nossa vida tem um começo, meio mas não necessariamente um fim. Às vezes é preciso desapegar de algo para que o recomeço aconteça, para que as coisas positivas possam fluir. No fundo, o fim é o começo de uma nova fase, um game over seguido de uma nova chance de pontuar mais e subir no ranking da vida. </p>
<p>Mas, ainda assim, quem não queria ter a chance de ser um pouco Mario às vezes? :)</p>
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		<title>Don&#8217;t be a drag, just be a queen</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 15:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu já sofri algum tipo de discriminação. Aquele seu colega de trabalho também. E você provavelmente também. Todos nós já sofremos com algum tipo de discriminação em algum momento da nossa vida, em menor ou maior proporção, mas difícil encontrar &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/04/dont-be-a-drag-just-be-a-queen/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/04/bullying.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/04/bullying.jpg" alt="" title="bullying" width="590" height="489" class="aligncenter size-full wp-image-6901" /></a></p>
<p><strong>Eu já sofri algum tipo de discriminação.</strong> Aquele seu colega de trabalho também. <strong>E você provavelmente também.</strong> Todos nós já sofremos com algum tipo de discriminação em algum momento da nossa vida, em menor ou maior proporção, mas difícil encontrar uma pessoa que não tenha sido alvo de piadinhas maldosas dos colegas na infância, adolescência e em alguns casos, até na vida adulta. Pode ser desde um simples xingamento, uma ofensa, um comentário que faça você sentir menor, uma brincadeira de mal gosto. Há quem até foi perseguido e humilhado, sofreu bullying. E o motivo não importa: quem pratica este ato no mínimo covarde, tem os respectivos apelidos na ponta da lingua e as armadilhas estrategicamente preparadas. Basta você ser um pouco diferente do que ele julga <em>&#8220;normal&#8221;</em> (veja bem, no olhar de quem pratica o ato) para se sentir no direito de apontar o dedo e julgar o outro. Se você é gordinha(o), é a baleia. Se você é magra(o) é o palito de dente. Se você tem o nariz avantajado, você é primo do tucano. Se você é alta(o), lançam aquelas piadinhas no nível &#8220;tá frio aí em cima?&#8221; ou ainda, se você é prima(o) do Tropeço. Se você tem espinhas, Chokito. E se você é baixinho, é o famoso pintor de rodapé. Se você usa óculos, é o 4 olho. E ainda estou sendo leve, afinal, é daí pra pior. Isso sem citar o constrangimento, a humilhação, a dor de você se ver exposto e ao mesmo tempo indefeso. E a exclusão que o grupo faz com aquele que eles julgam <em>&#8220;diferente&#8221;</em>. Crescemos em uma sociedade em que é vivemos a base de rótulos, e qualquer rasgo que destoe seu rótulo dos demais é o suficiente para que você seja motivo de chacota. Mas não espere ler nos próximos parágrafos dicas de como melhorar sua auto-estima, não ligar para o que as pessoas dizem ao seu respeito ou ainda pagar de psicologia barata. Este post tem outro propósito -e você vai entender ali no final.</p>
<p>Nunca na história desse país (e quiçá, do mundo) temos visto tais ofensas e o bullying sendo abordado de uma maneira tão massiva. Sempre quando eu me deparo com uma capa de uma dessas grandes revistas semanais ou ainda com a chamada de uma matéria especial em programas do porte de um Fantástico, fico me perguntando: será que só agora que se deram conta do quanto esses <em>&#8220;apelidinhos&#8221;</em> e a perseguição está longe de ser uma brincadeirinha de criança e pode deixar grandes cicatrizes para uma vida inteira? </p>
<p>Vejo casos como dos gays que são espancados na região da Paulista e da transexual espancada no banheiro do MC Donalds nos EUA e fico me perguntando se esses adultos não teriam se tornado mais tolerantes ao diferente se pais, professores e diretores das escolas não tivessem visto os atos de covardia praticados por eles nos colégios como <em>&#8220;coisa típica de criança&#8221;</em> -quem, quando criança, nunca ouviu isso da boca de um adulto que atire a primeira pedra. Por outro lado, temos que engolir seco casos como do atirador de Realengo sendo justificado por parte da imprensa como <em>&#8220;vingança porque sofreu bullying no colégio&#8221;</em> e não como uma pessoa que tinha problemas mentais, afinal de contas, ser ofendido de alguma maneira ou sofrer bullying ainda não é licença para matar e muito menos te faz um assassino em potencial né?</p>
<p>Escrevi tudo isso porque talvez essa seja a primeira vez que você se identifique de fato com a <strong>Lady Gaga</strong>. É, porque por trás dos looks bizarros e dos body modifications existe uma pessoa como eu e você, que também já foi alvo de piadas do colégio e ainda sente os reflexos dessa perseguição. O depoimento, feito no backstage de um show da cantora para um documentário produzido pela HBO, mostra uma Lady Gaga triste e insegura, dizendo frases como <em>&#8220;eu ainda me sinto uma adolescente perdedora do ensino médio&#8221; </em>e falando sobre a cobrança que tem com si mesma de ser manter forte para servir como um exemplo de superação para seus fãs. </p>
<p>Convido você, amigo leitor, a se despir de qualquer pre-conceito ou opinião formada que você tenha sobre ela e assista este vídeo:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="590" height="362" src="http://www.youtube.com/embed/0oi6YvXKnKU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Não importa se você acha a bizarra, extravagante ou fantástica: é impossível não se comover ou se emocionar com o depoimento de <strong>Stefani Germanotta</strong>, a Lady Gaga sem maquiagem, próteses, botas de plataforma ou qualquer outro item marcante de seu figurino. E descobrir que apesar de diferente, ela tem tantas fraquezas como eu e você.</p>
<p>Bem vinda ao clube, Lady Gaga. Aqui todo mundo foi considerado loser uma vez na vida, mas o que importa é passar por cima de tudo isso e sambar na cara deles. Go girl!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E a ditadura da beleza?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[depilação]]></category>
		<category><![CDATA[ritual de beleza]]></category>
		<category><![CDATA[virilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia desses calhou de dois grandes portais publicarem matérias sobre a penugem masculina. Na verdade as duas matérias eram da revista VIP. Uma delas falava especificamente sobre a escolha masculina de se depilar ou não, e como as mulheres veem &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/04/e-a-ditadura-da-beleza/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/04/depilaçao1.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-6749" title="depilaçao" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/04/depilaçao1.jpg" alt="" width="590" height="364" /></a></p>
<p>Dia desses calhou de dois grandes portais publicarem matérias sobre a penugem masculina. Na verdade as duas matérias eram da revista VIP. Uma delas falava especificamente sobre a escolha masculina de se depilar ou não, e como as mulheres veem os homens depilados (eu vejo numa boa, claro!). Já a outra falava sobre o sacrifício feminino quando o assunto é o embelezamento próprio, enquanto os homens em sua maioria são aceitos do jeito que são. E assuntos tão deliciosos me fizeram ter vontade de escrever sobre várias coisas tudo ao mesmo tempo agora. Mas vou falar primeiro sobre a ditadura da beleza feminina, depois em outro post falarei sobre os homens, que tal?</p>
<p>Durante a semana eu faço tanta coisa que não sobra tempo nem para respirar, por isso no sábado eu institui o dia da beleza. Sabe aquele dia que você acorda pronta pra guerra? Eu faço as unhas em casa, mas de vez em quando me dou o benefício de enfrentar um bom dia no salão e várias vezes tenho que ir de chinelo, porque no intuito de deixar minhas unhas dos pés redondinhas do jeito que eu gosto, a senhora dona manicure não faz rodeio e tira bifé sem dó nem piedade. “O que importa é o resultado final” ela diz, e eu saio contente com os pés sangrando e ainda pago por isso. Além disso, tiro a sobrancelha só no salão porque não fui agraciada com muitos pêlos e tenho medo de estragar a coisa toda. E não adianta cravar as unhas na cadeira num pedido de socorro silencioso, a senhora usa a pinça que nem macho e mostra que quem manda ali é ela sim senhor! E ai depois de tudo isso, ou antes, se você tiver bolas o suficiente, vem a depilação. O ficar em uma posição totalmente constrangedora enquanto uma mulher arranca pêlos de uma área sensível, que te faz desejar a morte por um minuto. Mas ufa, ainda bem que é relativamente rápido. Chega uma hora que a gente quer mesmo que ela puxe a coisa toda de uma vez.</p>
<p>Falando assim pode parecer um ritual insano, sem sentido e quase sem nenhum retorno, afinal, homem repara em sobrancelha? Homem repara se o seu dedão do pé esta redondo com uma maçazinha na ponta? Homem sabe dizer se você se depilou com lâmina ou com cera?</p>
<p>E não venha me dizer que a gente faz isso para as outras mulheres porque sem dúvida alguma nenhuma mulher anda checando minha virilha.</p>
<p>Mas, porque raios a gente se submete a esta sessão de sadomasoquismo?</p>
<p>Não vou dissertar sobre as questões culturais, afinal, vocês já conhecem as histórias sobre os índios peladinhos e super higiênicos e sobre o calor deste Brasilzão de Deus e como as moiçolas da Europa se comportam completamente diferente de nós. E nenhuma morreu por causa disso. Também não vou falar sobre como a mídia nos impõe estes padrões de beleza absurdos e fazem milhares de mulheres se submeterem a três horas de sofrimento em nome da beleza.</p>
<p>Não vou falar porque eu não ligo. Nem me importa de onde vem e por que. Aliás, fico sempre com a pulga atrás de orelha quando as pessoas insistem em dizer que nunca fazemos isso por nós mesmas. Como se fossemos seres desprovidos de livre arbítrio e saíssemos por ai copiando tudo o que vemos na TV e nas revistas. É claro que existe uma grande influencia daí, não estou negando isso, mas acho importante que independente de onde vem, não devemos esquecer que ainda é uma escolha. Afinal, geralmente estes canais não entram em consenso e jorram informações diferentes todos os dias. Acatar tudo seria impossível! Nem toda mulher se depila com cera, nem toda mulher faz a unha no salão, nem toda mulher odeia os cabelos cacheados. Mas quando o faz, não faz somente pra agradar o namorado, porque às vezes ela nem tem, como é o caso desta que voz escreve, ou para agradar a amiga, afinal, já imaginou como seriam as conversas por ai: “E ai colega, como vai sua virilha?”</p>
<p>No mínimo estranho.</p>
<p>O que eu acho engraçado é que a maiorias destes artigos são escritos por homens, não por mulheres. Nunca vi nenhuma mulher vir a público dizer sim ao fim da cera. Afinal, ela não é obrigada a se depilar com cera, ela o faz por que assim deseja.</p>
<p>Agora, será que todos estes homens namoram com mulheres gorilas? Eu dúvido!</p>
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		<title>Oi meu nome é Victoria e hoje eu não comprei</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 01:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victoria Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Compras]]></category>
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		<category><![CDATA[essencial]]></category>
		<category><![CDATA[maquiagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar a descorrer este post, gostaria de fazer uma confissão: sou uma pessoa assumidamente consumista. Sim, consumista e sem freios, impulsiva, principalmente com coisas que eu sei que eu sequer usarei. Ao longo do último ano (mais precisamente &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/02/oi-meu-nome-e-victoria-e-hoje-eu-nao-comprei/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar a descorrer este post, gostaria de fazer uma confissão: sou uma pessoa assumidamente consumista. Sim, consumista e sem freios, impulsiva, principalmente com coisas que eu sei que eu sequer usarei. Ao longo do último ano (mais precisamente depois <a href="http://www.borboletando.org/2010/06/praticando-desapego-roupas-doar-roupas/"  target="_blank">disso aqui</a>) tenho tentado me controlar e pensar mil vezes antes de comprar e já adianto que não é fácil, é quase uma luta diária. E sei que não estou sozinha nessa e por isso, resolvi fazer um post sobre este assunto aqui no blog porque tenho certeza que uma grande parte das minhas leitoras vão se identificar comigo. </p>
<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/cher.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/cher.jpg" alt="" title="cher" width="590" height="438" class="aligncenter size-full wp-image-6310" /></a><br />
<center><em>Cher, minha musa inspiradora na arte do consumo desde 1996</em></center></p>
<p>Umas semanas atrás, eu e meus amigos do trabalho saímos para almoçar quando surgiu o assunto cosméticos e consumo. Conversa vai, conversa vem, caímos no assunto produtos que efetivamente usamos e os outros que ficam jogados ali no fundo do organizador de maquiagem, esperando apenas chegarem no prazo de validade para serem jogados direto no lixo, muitas vezes sem qualquer indício de uso. Foi ali que eu comecei a realmente pensar na quantidade de maquigem que eu compro e em paralelo, o que eu efetivamente uso. Quem convive ou já encontrou comigo em algum momento deve ter reparado que em 99% das situações eu estou com a pele feita (corretivo, base, pó, blush e bronzer), delineador preto, máscaras de cílios e batom rosado (aka Pink Plaid da M.A.C.)- o outro 1% é quando eu troco o Pink Plaid pelo Ruby Woo e deixo o traço do delineador mais fino ou faço um smokey eye preto com batom nude tipo Hue. Essa é minha maquiagem básica, que eu uso todos os dias para trabalhar ou quando emendo um Happy Hour ou até mesmo uma balada com os amigos. Por mais que eu <strong>AME</strong> maquiagem e ache incríveis os looks que a <a target="_blank" href="http://www.andrezagoulart.com.br" >Andreza </a>por exemplo faz, você dificilmente verá eu usando uma proposta mais ousada, com cor. É quase uma zona de conforto, um piloto automático da maquiagem: levo os itens pro banheiro e 10 minutos depois, a <em>&#8220;mágica&#8221;</em> foi feita. </p>
<p>Nesse mesmo dia, vim para casa pensando no quanto eu já havia gastado com maquiagem e o que eu realmente havia usado. Chegando, resolvi mexer nas minhas maquiagens e para minha surpresa, encontrei coisas que eu simplesmente havia <strong>&#8220;esquecido&#8221;</strong> que eu tinha: batons de cores que eu sei que eu nunca usaria, vários tubinhos de gloss (gente, não uso gloss há anos!), sombras e palletes coloridas, delineadores e lápis coloridos e muitas, mas muitas coisas repetidas -e quase tudo intacto e relativamente novo, maior parte comprada nos últimos 2 anos. Olhei um pouco mais para o lado e vi a quantidade de <strong>perfumes</strong> que eu vim acumulando ao longo dos últimos 3 anos (fora os que eu trouxe da viagem) e percebi que só o Fantasy, Play Intense e o Womanity estão com os frascos usados, os demais, intactos. Os <strong>esmaltes</strong> foram pelo mesmo caminho: comprava 2, 3 da mesma cor com medo de sairem de linha e hoje voltei a usar só os tons avermelhados que devem se limitar a 2 ou 3 cores em meio uma caixinha de 200 esmaltes. Olhei para tudo aquilo e pensei: porque eu acumulei tudo isso se o que eu preciso e uso de verdade se resume a no máximo 10 itens de maquiagem, 3 perfumes e 1 cor de esmalte? E isso sem dizer nos 3849559 produtos de cabelo parados há tempos no banheiro porque eu sempre caia no conto das vendedoras &#8220;solícitas&#8221; das perfumarias que tinham sempre a solução milagrosa para meu cabelo loiro.</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>Desde que eu pratiquei o <a href="http://www.borboletando.org/2010/06/praticando-desapego-roupas-doar-roupas/"  target="_blank">desapego no meu guarda-roupa</a>, tenho tentado ver com outros olhos a maneira que eu consumo. Como eu disse na ocasião, ver meu guarda-roupa <em>&#8220;vazio&#8221;</em>, com as peças que condiziam com meu estilo hoje e aqueles sacos intermináveis de roupa para doação foi libertador por inúmeros motivos -e ainda fiz o bem, passando o que não me interessava mais para alguém que realmente precisasse. Esse acúmulo de cosméticos foi um resquício do que sobrou de uma mania minha de querer comprar tudo que eu via pela frente com um misto de euforia (juro que eu ficava ansiosa!) e aquela sensação de &#8220;eu preciso&#8221;, mesmo que eu não soubesse para que exatamente eu queria. Hoje eu vejo que não é porque é barato que você tem que sair comprando aos montes: custando <strong>R$1</strong> ou <strong>R$1000</strong>, compro o essencial, o que vai me fazer feliz, o que eu efetivamente usarei. Afinal, de que adianta comprar 10 batons de <strong>R$10</strong> reais se eu usarei apenas 1 deles? Serão <strong>R$90</strong> jogados literalmente fora. Não é só uma questão de valor financeiro, mas de consumo consciente, de que eu vou realmente usar e valorizar aquilo que eu tenho em mãos, seja ele barato ou caro. Agora prefiro parar e pensar inúmeras vezes antes de comprar. Não é fácil, muitas vezes você volta para casa com a sensação de <em>&#8220;porque eu não gastei&#8221;</em> mas uma hora tudo começa a fazer sentido, e você aprenderá a valorizar não só suas coisas como seu dinheiro. Ao invês de deixar me levar pelo impulso, estou tentando me reeducar a consumir, a priorizar a qualidade ao invês da quantidade (lembram <a href="http://www.borboletando.org/2010/03/cosmeticos-custo-x-beneficio/"  target="_blank">deste post</a>? logo mais vem uma versão 2.0 dele!) mesmo que eu precise pagar mais caro por isso. Não me importo por exemplo, de pagar caro numa base de qualidade, porque afinal, é uma coisa que eu uso todo santo dia. O mesmo vale para um batom de uma cor que eu quero, uma boa máscara de cílios, um shampoo que deixe meu cabelo bonito. E vale também para os produtos mais baratos. Compro agora o que atende minha necessidade real, e não a de consumir, o que vale a pena de verdade. São valores que a gente vai aprendendo com o tempo, com as experiências e por isso, não condeno quem compra demais, porque eu era assim e hoje sei medir o que eu realmente preciso. É questão de tempo, de feeling.</p>
<p>Esses dias passei por uma prova de fogo que talvez tenha mostrado que eu estou aprendendo a controlar meus impulsos consumistas. Passei numa perfumaria dessas cheias de tranqueiras para comprar algodão e advinhem? Saí<strong> SÓ </strong>com o algodão e em tempo recorde. Se fosse em outros tempos, certamente ficaria rodando por lá até achar alguma novidade e trazer para casa. Pode parecer um exemplo bobo, mas foi o suficiente para sentir orgulho de mim mesma. E eu sei que é um longo caminho, mas já dei o meu primeiro passo. </p>
<p>Quanto ao que eu não uso, estou pensando no que eu vou fazer. Existem coisas que pode ser que em alguma ocasião eu precise então manterei, outras talvez darei para alguma amiga louca por maquiagem. Os esmaltes provavelmente se dividirão entre minha manicure e minhas amigas loucas por esmaltes. Já os perfumes, bem, esses eu confesso que tenho apego e até um certo ciuminho, então eles podem até estragar, mas vão continuar abrigando um lugarzinho do coração na minha penteadeira <3 HAHAHA.</p>
<p>E como diriam num desses grupos de ajuda, <em>&#8220;um dia de cada vez&#8221;</em>. Meu nome é Victoria e eu estou há 3 dias sem gastar. TODAS AZAMIGA BATE PALMA (sic)</p>
<p><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/aplausos.gif" alt="" title="aplausos" width="300" height="225" size-full wp-image-6315" /></p>
<p><strong>PS:</strong> obrigada a <a target="_blank" href="http://www.twitter.com/camirocha" >Camies</a> por ter me encorajado a confessar meus pecados consumistas <a target="_blank" href="http://www.maofeita.com.br/index.php/2011/02/23/qual-o-tamanho-do-seu-bolso-qual-o-tamanho-da-sua-caixinha-de-esmaltes/" >depois deste post aqui.</a></p>
<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/assinatura.png" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/assinatura.png" alt="" title="assinatura" width="590" height="70" class="aligncenter size-full wp-image-6538" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Mentiras que aprendemos com as comédias românticas.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Feb 2011 00:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes e só às vezes, não há nada melhor do que se desligar do mundo – parcialmente- e curtir um tempo sozinha. Quando eu quero fazer isso eu geralmente compro cerveja, pipoca e passo o sábado à noite em &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/02/mentiras-que-aprendemos-com-as-comedias-romanticas/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes e só às vezes, não há nada melhor do que se desligar do mundo – parcialmente- e curtir um tempo sozinha. Quando eu quero fazer isso eu geralmente compro cerveja, pipoca e passo o sábado à noite em casa debaixo das cobertas assistindo comédia romântica. Mas ultimamente eu tenho perdido a paciência, afinal, todas elas parecem ser exatamente iguais. A receita é bem fácil e muito usada ultimamente. Uma moça e um moço que se odeiam e descobrem no fim que foram destinados um ao outro, como o caso de <strong><em>Life as we know</em></strong>, que assisti recentemente e quase dormi no meio, confesso. Isso depois de ter quase dormido em <strong>Coincidências do Amor (The Switch)</strong>, que faz a linha melhor amigo e melhor amiga que teoricamente não funcionam como casal, mas no fim acabam juntos. Gente, hoje em dia não fazem mais filmes como “O casamento do melhor amigo” em que a gente fica meio confuso e não sabe exatamente para quem torce?  Tem que ser tão óbvio? Será que ele reflete mais ou menos as coisas que nós mulheres acreditamos ou queremos acreditar?</p>
<p>Dá uma olhada nas boas mentiras que a gente pode tirar de comédias românticas. E nos clichês que insistem em aparecer, se você pretende escrever uma, não pode esquecer destes itens. A ideia do post veio do <a href="http://www.thefrisky.com/post/246-the-5-biggest-lies-rom-coms-tell/"  target="_blank"><em><strong>&#8220;The Frisky&#8221;.</strong></em></a></p>
<p><strong>A mocinha é capaz de ter um orgasmo em 45 segundos ou menos. Resumindo, sexo é deliciosamente fácil.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/01.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5824" title="01" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/01.jpg" alt="" width="300" height="446" /></a><br />
</strong></p>
<p>Em <strong><em>“No Strings Attached”</em></strong>, o filme com Natalie Portman (aquela linda) e Ashton Kutcher que fala sobre amizades com benefícios, a primeiras vez que os dois fazem sexo, Emma diz a ele que deve ser rápido por que tem que estar no trabalho em 45 segundos. Eles começam e ela logo chega ao orgasmo. Oi? Primeiro, sabemos que nem todo ato sexual termina em orgasmo, não para a mulher, e ainda que terminasse, 45 segundos? Minha nossa!</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p><strong>Duas pessoas que não se gostam estão predestinadas a ficarem juntas.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/02.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5825" title="02" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/02.jpg" alt="" width="300" height="447" /></a><br />
</strong></p>
<p>Quantas comédias românticas você já viu com este enredo? Além de <strong>“A verdade nua e crua”</strong>, poderia citar <strong><em>“Life as we know”</em></strong>, também com Katherine Heigl em que os dois protagonistas não se suportam e acabam apaixonados no final. E aquele em que ela &#8211; de novo- fica grávida após fazer sexo bêbada com um tipinho com o qual ela jamais ficaria se estivesse sã. Será que é isso mesmo? Será que aquele cara insuportável que você sempre achou que não valia nem um centavo furado é o mesmo cara para quem você dirá sim no altar? Espero que não.</p>
<p><strong>Voltar e perdoar é super fácil.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/03.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5826" title="03" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/03.jpg" alt="" width="300" height="436" /></a><br />
</strong></p>
<p>Claro, toda comédia romântica passa por esse meio. Os dois brigam por mil motivos e depois o mocinho vai pedir perdão para a mocinha e os dois voltam na maior facilidade. A moça derruba duas ou três lágrimas, anda sozinha ao som de uma música por alguns minutos e depois vai à procura do mocinho. Ah, se perdoar fosse fácil assim! No filme <strong>“Quero ficar com Polly”</strong>, Reuben (Ben Stiller) perde Polly (Jennifer Aniston) quando ela descobre que ele usou o trabalho, algo como analista de riscos, para decidir quem seria a melhor opção para ele, ela ou a ex namorada. Para provar que ele a amava ele faz uma coisa bem ridícula como comer uma comida que ele odiava e ela decide não ir embora. Oi?</p>
<p><strong>Você vai encontrar alguém de um jeito bem improvável.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/04.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5827" title="04" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/04.jpg" alt="" width="300" height="444" /></a><br />
</strong></p>
<p>Esqueça fila de padaria, mercados e afins. Esqueça baladas, bares e academias. Você vai encontrar seu grande amor de uma forma bem antinatural. Como fazendo uma viagem para encontrar seu noivo. Imagina só, você faz uma viagem surpresa para encontrar seu noivo e acaba presa com um homem que você não suporta – de novo- e quando finalmente encontra seu noivo descobre que se apaixonou pelo estranho insuportável. Esse é o enredo de <strong><em>&#8220;Leap Year&#8221;</em></strong>. Mas confesso que amei e torci para que ela ficasse com o estranho. Ninguém é perfeito.</p>
<p><strong>Você vai ficar com seu melhor amigo.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/05.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5828" title="05" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/05.jpg" alt="" width="300" height="155" /></a><br />
</strong></p>
<p>Esse é bem fácil, a mocinha sofre o filme inteiro pelo bad boy, desabafa com o mocinho e lá no fim do filme descobre que o mocinho a amava o tempo todo enquanto ela buscava pelo amor em outro lugar. Este roteiro foi usado em muitos filmes na verdade e olha a Katherine ai de novo!</p>
<p>E não podemos esquecer de <strong>“Ele não está tão afim de você”</strong> a comédia romântica que tem todos esses elementos de uma vez só. E você ainda torce pela Gigi. Por que no fim das contas todo mundo gostaria que o amor fosse fácil como um grande clichê. Não é não?</p>
<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/06.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5829" title="06" src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/02/06.jpg" alt="" width="300" height="444" /></a></p>
<p>Para não nos sentirmos tão azaradas assim, conta para gente se algo parecido já aconteceu com você!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Make It Better: uma reflexão sobre mudanças</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 12:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackeline Aguiar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[promessas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda vez que começa um ano diferente você se pergunta como pode fazer diferente. Afinal, as pessoas sempre vêm com aquele ditado xarope: “Nada muda se você não mudar”. E eu digo, é xarope, mas é verdade! Geralmente a gente &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/01/reflexao-mudancas/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/01/make-it-better.jpg" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/01/make-it-better.jpg" alt="" title="make-it-better" width="637" height="360" class="alignleft size-full wp-image-10070" /></a>Toda vez que começa um ano diferente você se pergunta como pode fazer diferente. Afinal, as pessoas sempre vêm com aquele ditado xarope: <em>“Nada muda se você não mudar”</em>. E eu digo, é xarope, mas é verdade!</p>
<p>Geralmente a gente olha para o céu ou para qualquer outro lugar de onde esperamos que as coisas caiam sobre nossas cabeças e cruzamos os braços, fazemos mandingas, simpatias, oramos, consultamos horóscopo mas dificilmente paramos para pensar sobre como estamos fazendo as coisas. Aliás, pensamos, mas logo nos damos conta de que mudar tudo radicalmente é uma belíssima utopia e desistimos bem antes de chegarmos ao segundo tempo, digo, segundo semestre e nos frustramos anos após ano. Fato!</p>
<p>Não dá para mudar tudo de uma vez, tem que ser aos poucos. Aliás, quem disse que precisa mudar, nascer de novo, começar do zero, quando podemos apenas fazer melhor? Ao invés de desistir de você ou dos projetos que empatam sua vida, tente olhá-los sob nova perspectiva e pense em como poderia fazer a mesma coisa de outra forma. De uma melhor forma.</p>
<p>Fazer melhor faz mais sentindo do que simplesmente amassar o ano passado e jogar no lixo, simplesmente por que não dá para fazer isso. Mas você sempre pode fazer melhor.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/18669276" width="590" height="332" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Qualquer coisa que você faça, apenas faça da melhor forma possível!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para onde foi o romance?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 12:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Gama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem estava virando musa do verão (NOT) na praia e enquanto relaxava pegando um bronze percebi que quatro rapazes &#8211; na casa dos vinte poucos anos &#8211; haviam chegado e sentado perto de mim. Perto o suficiente para que eu &#8230; <a href="http://www.borboletando.org/2011/01/para-onde-foi-o-romance/"><div class="completo">Leia completo</div></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://theimageup.com/imagem/03b0be9b18b3e29bc1f2d73595b5c466.jpg" ><img class="aligncenter" src="http://www.theimageup.com/images_files/03b0be9b18b3e29bc1f2d73595b5c466.jpg" alt="" width="384" height="543" /></a></p>
<p>Ontem estava virando musa do verão (NOT) na praia e enquanto relaxava pegando um bronze percebi que quatro rapazes &#8211; na casa dos vinte poucos anos &#8211; haviam chegado e sentado perto de mim. Perto o suficiente para que eu escutasse tudo o que eles diziam. Não me levem a mal, mas sou curiosa mesmo e dificilmente resisto a tentação de ouvir a conversa de outras pessoas. Deve ser coisa de jornalista, sempre ligada 24h por dia no que acontece ao meu redor. Enfim, o papo dos meninos era sobre bundas. Não só bundas, mas também peitos e piriquitas (que eles enchiam a boca na hora de chamá-las de &#8220;bu&#8230;.&#8221;). De repente conclui que finalmente, sem querer, havia adentrado no estranho mundo masculino e estava presenciando ao vivo um &#8220;papo de homem&#8221; sobre mulheres. Fiquei sabendo justo aquilo que sempre quis saber durante toda a minha adolescência:  afinal, o que os homens falaram, com sinceridade, quando estão sozinhos, sobre as mulheres?</p>
<p>Agora te conto: Para aqueles quatros rapazes nada mais somos do que um corpo. Ok. Confesso que estou generalizando, nem todo homem é assim, mas a triste verdade é que ao conversar com alguns amigos depois do choque da praia, percebi que quando estão sozinhos esse tipo de papo é normal. Então, não digo que seja uma regra, mas sim uma constante.</p>
<p>Toda essa história me levou a um outro questionamento: e o romance, onde foi parar? O namorado sempre diz que as brasileiras são românticas demais e que os ingleses são bem mais frios e práticos. Sendo algo cultural ou não a verdade é que no fundo toda mulher quando investe em um relacionamento espera viver um romance e não só um relação amorosa prática, simples e previsível. Sempre digo para o bofe: &#8220;surpreenda-me&#8221;. Mas será que dá para esperar supresas se a ala masculina na maioria das vezes está mais preocupada em saber se você vai ou não abrir as pernocas?</p>
<p><div class="toggle"></p>
<p>E ai gatas, depois de muito pensar só consegui chegar a duas soluções (e aceito outras, ok?): ou a mulherada, assim como eles, começa a praticar sexo como esporte ou diminui as espectativas e aceita que homem é um bicho na maioria das vezes muito menos sensível e muito mais prático. Escolhi a segunda opção.</p>
<p>Isso porque quando elevamos nossas expectativas a queda é sempre maior e se tratando de relacionamentos interpessoais (não só de homens e mulheres, mas amigos, parentes&#8230;) é sempre melhor manter os pés nos chãos. E quando, lá na praia, deixei a raiva de lado e finquei os pés na areia escutei uma frase que descrevia algo além de coxas e peitos, os rapazes estavam falando sobre ex-relacionamentos onde foram super apaixonados por suas namoradas e foram pisados, usados e traídos por elas. Um até comentou que até hoje não se recuperou. </p>
<p>É meninas, homem pode ser um bicho galinha, mas tem muita mulher por aí que não fica atrás. Peguntem para os seus amigos e perceberão que a maioria já sofreu na mão de mulheres a mesma coisa que sofremos na mão dos homens. No final das contas quem sai mesmo perdendo no meio de toda essa história é o romance.</p>
<p>Eu como boa romântica me desespero: o que será da humanidade sem as flores, bombons, serenatas, pedidos de casamente incríveis, votos de amor eternos e o famoso &#8220;felizes para sempre&#8221;? Se já está difícil ter paz e esperança quando ainda há amor, cumplicidade e esperanças, imagina o que acontecerá quando o romance for extinto! O que será de Shakespeare, Austen, das escritoras de chick-lit, dos poetas?</p>
<p>Imagino um mundo triste, cinza, sem graça. Sem coração acelerados, sem noite mal dormidas de ansiedade, sem espectativas&#8230;</p>
<p>Como dizia Lulu Santos <em>&#8220;talvez eu seja o último romântico dos litorais desse Oceano Atlântico..&#8221;</em> e talvez tudo isso seja uma grande besteira. Talvez o romance nem seja tão importante assim a ponto de ganhar um post. A única certeza é que ontem fiquei triste porque vi o meu sonho de contos de fada começar a morrer.</p>
<p><a href="http://www.borboletando.org/?author=18" ><img src="http://www.borboletando.org/wp-content/uploads/2011/07/assjoana.jpg" alt="" title="Leia outras colaborações da Joana aqui no Borboletando" width="216" height="71" class="alignright size-full wp-image-8233" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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