Ao longo desse ano, já comentei com vocês em du-as oportunidades sobre os esforços que eu tenho feito para melhorar minha alimentação e claro, perder alguns quilinhos extras. Acho que esses esforços vão muito além da estética, mesmo que a gente saiba que uma determinada roupa fique melhor quando você está com tudo no lugar, é uma questão de saúde mesmo. E confesso que hoje, esses novos hábitos já foram incorporados na minha rotina: se antes eu passava reto pelo buffet de salada, hoje faz parte do meu cardápio diário e até estranho se eu não como (rúcula lovers! HAHAHA). O mesmo vale para as frituras e carnes vermelhas, que tenho evitado e ao mesmo tempo, percebido que eu me sinto melhor quando opto por peixe ou frango grelhado. São pequenas mudanças que tem feito muita diferença na minha disposição, na pele, no cabelo e também no corpo. Mas ainda tenho um longo caminho a ser trilhado!
A Linea Sucralose, que já apareceu aqui no blog algumas vezes, lançou uma ferramenta super bacana para quem também está em busca de mais saúde e qualidade de vida. É uma calculadora para medir o IMC, o índice de massa corporal para saber se você está no seu peso ideal ou abaixo/acima dele, ajudando na prevenção de doenças como diabetes, cardiovasculares e câncer.
E esta semana, vazou mais um dos álbuns aguardadíssimos do ano: Battle Born, o quarto álbum de estúdio do The Killers e o primeiro depois de um pequeno hiatus da banda e da rápida carreira solo de Brandon(licious) Flowers e seu Flamingo.
THE KILLERS E A ERA BATTLE BORN
Battle Born é um daqueles álbums 8 ou 80: teve gente que amou e achou sensacional, e teve quem detestasse e ficasse esperando outro álbum Hot Fuss ou Sam’s Town da vida. Para mim, é um álbum complexo, daqueles que você tem que ouvir algumas dezenas de vezes para ter uma opinião formada, mesmo que você simpatize com ele de cara –o que foi meu caso.
O álbum não é cheio de hits fáceis e chicletudos como “Somebody Told Me”, “Mr. Brightside”, “Bones” ou “Read My Mind”. Ainda que traga os sintetizadores, teclados e outras referências do seu passado, o resultado é um trabalho mais denso do que os anteriores, lembrando muitas vezes a sonoridade de Flamingo e dos últimos trabalhos da banda durante esse hiatus, como o lado country faroeste do single de Natal “The Cowboys’ Christmas Ball” em faixas como “Prize Figther” e “From Here On Out” e o cover de “Ultra Violet (Light My Way)” para o tributo promovido pela Q Magazine para homenagear os 20 anos de Achtung Baby, do U2. Diga-se de passagem, a banda declarou que Battle Born traz influências da banda liderada por Bono Vox e do synthpop oitentista do Depeche Mode.
De fato, é um álbum com muitas referências aos anos 80, principalmente nas faixas mais lentas como “Be Still”, que traz toda uma vibe rádio de sala de espera do dentista (mas mesmo é uma das minhas favoritas! HAHAHA) e “Deadlines and Commitments”, que por algum motivo me lembrou o instrumental numa versão mais agitada e moderninha de “The Captain Of Her Heart”. Ainda falando sobre as baladas, “Here With Me” consegue ser tão fofa quanto “Romeo and Juliet” do Sawdust, mas não recomendo ouvi-la se você estiver apaixonada. O mesmo vale para “Heart Of a Girl”.
Dentre as mais animadinhas, “Flesh and Bone” e “A Matter Of Time” (com direito a refrão chiclete! \o/) são as minhas favoritas, e também minhas apostas para possíveis singles. Também garrei muito amor por “Carry Me Home” e “Prize Fighter”, uma pena que estão apenas na versão deluxe do álbum. E claro, “Runways”, que dispensa qualquer comentário.
E não poderia deixar de citar que Brandon está na sua melhor forma –e olha que nem estou falando só sobre o físico do muso. A voz está impecável, alcançando notas altíssimas e compondo letras ótimas. Como não amar?
Enfim, Battle Born para mim, é um excelente álbum, mas não chega a ser o melhor CD da carreira do Killers, ao mesmo tempo que está longe de ser essa porcaria toda que li em algumas críticas. Como eu disse no começo do post, é um álbum difícil de digerir por ser complexo, denso e bem diferente dos álbuns anteriores quando todo mundo esperava uma versão 2.0 de Sam’s Town. Pode ser que daqui alguns meses, ele se torne meu álbum favorito, ou não. E se você ouviu apenas 1 ou 2 vezes, dê novas chances ao álbum e acredite em mim.
Num geral, gostei bastante e to adorando a experiência de redescobrir o álbum cada vez que eu escuto de novo :D. Seu aniversário já passou, mas vale lembrar que Brandon está mais uma vez de parabéns!
Ah! Para quem curte o Killers, fica a dica: na terça (18), temshow ao vivo transmitido no canal da banda no Youtube às 18h (horário de Brasilia). Ou seja, apenas ansiosa.
AS MENINAS DO LITTLE MIX TRAZEM O BOM E VELHO POP CHICLETE DE VOLTA
Cansou de dubsteps e batidas eletrônicas? Anda com saudades dos bons momentos da música pop? Ficou emocionadíssima (o) com a apresentação das Spice Girls no encerramento das Olimpíadas?
Se você respondeu SIM para pelo menos 2 das perguntas acima, vai adorar conhecer o Little Mix, uma girl band inglesa que nasceu na versão britânica do reality show X-Factor formada por Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards.
O som das meninas é o mais puro pop que nós tanto amamos e que nos faz lembrar os velhos e ótimos tempos das girl bands inglesas Spice Girls (<3), All Saints e Girls Aload.
O primeiro single oficial da banda, Wings, já ganhou clipe, coração dos amantes do pop e o #01 nas paradas britânicas. Se você ainda não ouviu, dá o play e vem comigo:
Enquanto o álbum de estréia do quarteto ainda não é lançado, dá para conhecer um pouco mais das lindas no canal da banda no Youtube. Vale a pena ouvir o cover delas para “We Are Young” do Fun, que em 1 semana já acumulou mais de 7 milhões de views.
Com certeza, você já reparou o quanto a moda e música andam juntos. Além do estilo musical quase sempre definir a forma com que aquela pessoa se veste ou a tribo que ela pertence, algumas bandas e cantores também influenciam não só o guarda-roupa de seus admiradores mas também a moda como um todo. E isso também serve para alguns dos personagens mais icônicos do cinema.
Para celebrar o estilo de alguns ícones pop ao longo dos anos e divulgar a linha de styling para cabelos, a Garnier francesa lançou o vídeo “Evolution Of Style”, que mostra em um pouco mais de 1 minuto, os visuais mais marcantes da música –e também do cinema.
O resultado? Dá o play no vídeo:
Consegui, de primeira, acertar todos os visuais icônicos. E você, quantos identificou? :D
roupas e sapatos, spikes, glitters e paetês, música boa (e sem rótulos), batom vermelho, perfumes, cachorros, ovelhas, party rock, cerejas, tequila sunrise, temaki, cupcake, The Killers, Garbage, Hole, Britney, 80's & 90's, toyart, Hello Kitty e coisas fofas.Mais?