Eu AMO a Gaga, mas confesso que já comecei a ficar de saquinho na lua com as bizarrices dela. Até porque né, não tem mais o que ela inventar. Fora que ser bizarro is the new black. Se você tem alguma dúvida disso é só ver os looks da Katy Perry (quem explica aquele cubo na cabeça?) e da Nicki Minaj no último VMA para entender que o diferente e inovador agora é ser “normal”.

Há algum tempo vinha brincando com a história de que a Gaga só chocaria o mundo agora se aparecesse um dia normal. A apresentação, diga-se de passagem XENIAL, no VMA com o alter ego de Jô Calderone talvez seja um indício indireto isso. Apesar dos trejeitos e da pose “sou mais macho do que meus little monsters você”, a roupa era bem básica: terno preto e uma camiseta surrada, sujinha e encardidamente branca. Óbvio que as pessoas ficaram mais chocadas pelo fato dela ter subido ao palco de forma com seu alterego do que pelo look em si, mas vamos combinar que para os padrões Gaga de estilo, a escolha foi bem básica né?

GAGA SENDO MAIS MACHO DO QUE AQUELE SEU CONHECIDO QUE NUNCA SAI DO ARMÁRIO

Bom, se a escolha por um look simples no VMA foi proposital ou não eu não sei, mas sinto que a Gaga está começando a deixar de lado seus exageros e buscando de alguma forma se firmar como um ícone fashion de uma outra maneira, dessa vez mais feminina, leve e digamos assim, normal. Uma prova disso foi uma nova versão para o vídeo do single Yoü and I, batizada como Fashion Film, disponibilizada ontem no VEVO da linda. Nele, Gaguinha aparece linda (sério!) com os cabelos longos, vestido esvoaçante e uma maquiagem no melhor estilo “i’m born this way”.

O vídeo dirigido por Inez and Vinoodh sob direção criativa da própria Gaga, ela aparece durante os quase 02:10 de vídeo fazendo movimentos leves combinados aquele efeito diva ~Take My Breath Away Feelings~ proporcionado pelo ventilador que a gente adora, como se estivesse realmente curtindo uma brisa tocando em seu rosto em um ambiente aberto. Simples, poético e ela tá linda linda, linda!

Será que a Gaga vai parar de se esconder atrás de tantos looks bizarros e assumir um lado mais feminino e sexy sem abrir mão do seu lado fashion-icon? Vamos acompanhar.

 

Ontem, dia 31/08, foi celebrado o Blog Day, uma data criada em 2005 pelo blogueiro israelense Nir Ofir para incentivar seus leitores a não só conhecerem, mas também indicarem outros blogs neste dia -3108, que se você observar bem, lembra um pouco a palavra “blog”). A idéia surgiu depois que Ofir percebeu que a maior parte dos leitores acabam lendo sempre os mesmos blog o que, diga-se de passagem é uma das grandes verdades da blogosfera.

Conversando ontem no Twitter com o Phellipe, surgiu o desejo de brincar de Blog Day, coisa que eu não fazia há pelo menos uns 3 anos porque simplesmente eu esquecia. Mas porque eu decidi brincar esse ano? Por um simples motivo: momento nostalgia da old school blogosfera.

Coincidência ou não, tenho estudado muito sobre os blogs e a evolução da blogosfera nos últimos dias por conta da minha monografia do semestre na pós graduação, que será justamente sobre o quanto os blogs mudaram ao longo dos anos e tentar entender um pouco sobre esse boom que aconteceu principalmente nos últimos 2 anos. O mais engraçado de tudo isso é que buscando referências para embasar meu estudo, me sinto viajando no tempo e relembrando tudo o que eu vivi nesses quase 10 anos blogando, sendo 5 deles neste domínio. Acho que só quem viveu todas essas épocas de uma forma intensa, tanto como blogueiro ou como leitor, vai entender o que eu to falando. Da época que os blogs eram atualizados com gifs piscantes e frases motivacionais “sua inveja faz a minha fama” com brilhos (como já diria Katylene, quem nooooooooonca?) , os layouts gratuitos e o fórum do By Marina, as trocas quase que semanais de layouts, o saudoso Barraco Virtual da Lari Ventorim (e você ai achando que o Tipo de Blogueira era ~inovador~), os awards organizados por domínios, layouts feitos em blender, o Deletéria e mais recentemente os blogs abordando temas mais específicos. Claro que nem todo mundo aderiu a todas as fases, mas é curioso olhar e ver como a blogosfera funciona quase como a nossa vida, cheia de épocas, fases e tendências que desaparecem, voltam ou simplesmente mudam. E eu falo principalmente por mim, que passei por todas essas fases e hoje estou em uma outra que anda lado a lado com meu modo de vida atual: sem roteiros, sem regras, prezando apenas pela liberdade e pelo lado “fun” de tudo aquilo que eu gosto e acredito. E é assim que eu pretendo ficar daqui pra frente, porque é justamente “o do meu jeito” que me faz feliz.

De fato, devo muito do que eu sou hoje ao blog e minha convivência na blogosfera: os amigos que eu fiz, as oportunidades que eu tive e principalmente, em descobrir minha real vocação profissional. Foi blogando que eu descobri que eu gostava de escrever e me comunicar com as pessoas, e mais tarde, participando de ações, que eu descobri minha vocação para a área de publicidade –e daí o resto da história vocês já conhecem. Talvez se eu nunca tivesse blogado, estaria em um escritório trabalhando na área de administração de algum hotel infeliz. E não pense que eu sou a única: conheço muita gente que descobriu, blogando, o que queria ser quando crescer. Ou ainda quem percebeu, fazendo layout, que gostava tanto da coisa que acabou virando designer.

Nos últimos meses tenho blogado muito menos do que eu gostaria pela mais pura falta de tempo. Além estar trabalhando bastante (tks God né gente? Trabalhar e ter dim dim no bolso é sempre bom) estou fazendo pós-graduação, então preciso conciliar meu tempo que anda bastante corrido com tudo isso, meu tempo de lazer (que ultimamente virou lenda) e também praticando a arte que eu mais entendo: a de fazer absolutamente nada, ou seja, dormir. Por outro lado, tenho aproveitado os momentos de folga no trabalho para ler alguns blogs fora do circuito moda-beleza, porque confesso que o fato de trabalhar com este segmento me deixou um pouco de saco cheio desse tipo de leitura nos meus momentos off-work.

Por isso, resolvi fazer um Blog Day “de raiz”, seguindo o principal objetivo do tio Nir Ofir: estimular a leitura de blogs fora do circuito que muitos de vocês estão acostumados a ler no Reader. Gente que compartilha vários assuntos de uma maneira única, divertida e principalmente, cheia de paixão <3

Engraçado, divertido e deliciosamente incrível. Essa é algum dos adjetivos que eu associo quando penso no Maçãs Verdes, blog daquela lindja da Mandy Arruda. Sabe aquelas situações que nós passamos todos os dias mas nunca sabemos como nos expressar? Aquela sensaão meio que indescritível? A Mandy é craque em traduzir esses nossos sentimentos em posts deliciosos. O post sobre o constrangimento de comprar lingeries mais sexies é um bom exemplo disso.

E a Mandy abriu um novo blog, o “E agora, Donna Reed?”, com o dia-a-dia de uma menina prestes a subir ao altar e o desespero de se tornar, dentro outras mil funções, “do lar”. O blog é novinho em folha, mas tem muitas dicas, principalmente sobre organização. Vale também a indicação e a leitura!

O Spicy Vanilla Cinthia do Make Up Atelier e confesso que se eu já amava o de maquiagem, passei a amar ainda mais esse. O foco aqui são as experiências da Cih em viagens e também em restaurantes em São Paulo e em outras partes do mundo, inclusive sobre o casamento dela em Las Vegas. Inspiração define.

E foi graças a Cih e ao Spicy Vanilla que eu conheci a Clau da Che Peccato, que além de ser minha “cupcakera” oficial, virou uma das pessoas mais queridas da minha vida.

 
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