Há pouco mais de 2 meses eu vivia um dos dias mais tristes da minha vida e contava aqui no blog. Quando a Jully morreu nos meus braços, perdi completamente o rumo de tudo e sem nenhum exagero, era uma parte de mim que estava indo embora naquele momento. Jully foi a minha grande companheira no final da minha infância, começo da adolescência e viu eu me tornar adulta. Enxugou minhas lágrimas das minhas brigas com meus pais, relacionamentos frustrados, amores não correspondidos. E também era minha companheira nos momentos de alegria ou do absoluto nada para fazer: a presença dela já era o suficiente para me fazer uma pessoa mais feliz.

Jully foi muito especial não só para mim, quanto para a minha família inteira. Desde de sua partida, o comentário mais comum da família era “que saudades daquela cachorra”. E o que era dor, virou saudades e com ela, um vazio. Um vazio que só quem sempre conviveu com bichos sabe o que é. Logo nos primeiros dias, alguns amigos me recomendaram a adoção de outra cadelinha, mas eu preferi esperar. Queria que a dor passasse, que a saudade ficasse e que meu coração estivesse livre para me apaixonar por outro bichinho da forma que ele fosse, não como um “tapa-buraco”. E assim como a Belly e a Jully, queria que a paixão fosse a primeira vista sabe? Então.

Há umas 3 semanas, mais conformada, decidi que era a hora de procurar um cãozinho para adotar. Comecei a saga avisando alguns amigos protetores independentes (eles resgatam, tratam e encaminham para adoção) e visitando sites de ONGs para ver datas de feiras de adoção e fotos de possíveis candidatos. Nesse meio tempo, foram 5 tentativas e todas sem qualquer sucesso. Até que na segunda-feira, minha tia que também adora cachorros e conhece muitos protetores, me liga falando que havia uma cachorrinha mais ou menos nas características que eu procurava para adoção: fêmea, porte pequeno, SRD e muito carinhosa. Marquei de visitar a protetora na quarta e foi amor instantâneo, a primeira vista. Só conseguia olhar para ela e dizer: filha, filha, filha :D

Foi assim que Lilly surgiu na minha vida: de uma forma inesperada mas instantânea, intensa, como os amores devem ser. Só sei que peguei a pequena no colo e alguns minutos depois, voltava com a minha nova companhia para casa.

A CARA DA MÃE <3

Assim como grande parte (para dizer todos) os animais a espera de um lar, a história da Lilly (que antes chamava Bolinha) não é das melhores. Apesar de ter apenas 8 meses, ela já passou por 2 casas. A primeira dona, que cuidava direitinho dela, era uma senhorinha que faleceu algumas semanas depois do nascimento dela. O segundo dono foi o genro desta senhorinha, que a deixava acorrentada durante todo o dia e não dava água nem comida para ela. Foi graças a uma denúncia que esta protetora resgatou a Lilly. Mas como já diria Florence, “dog days are over” (#trocadalhos) e ela enfim poderá ter uma vida digna e cheia de amor e carinho.

CLOSE NO FOCINHO: CHEIRANDO A LENTE DA CÂMERA, TEM COMO NÃO AMAR?

Apesar do trauma anterior, a Lilly tem se adaptado super bem a nova família e rotina. Ela é extremamente carinhosa, daquelas que pulam no sofá e deitam no colo sem que você peça (amo!), de fazer festa quando você chega em casa a ponto de até ir se rastejando te encontrar, depois sair rolando no chão e por fim, pular pedindo colo. Desde quarta não consigo fazer outra coisa nas horas de folga que não seja estar com ela.


 

Nós mulheres definitivamente amamos maquiagem. Eu por exemplo, tenho uma porção delas aqui em casa. Já fui muito mais make-up aholic, compradora compulsiva de sombras, batons e outros itens de maquiagem que na maioria das vezes nunca eram usados. Apesar dessa minha paixão por make-up, sou meio básica e arroz com feijão: não gosto de ousar, me sinto insegura em usar coisas muito coloridas ou chamativas. Por muitos anos, usei muito lápis preto e batom quase nude. Nos últimos tempos, minha maquiagem básica de todos os dias tem sido delineador, máscara de cílios e batom, que oscilam entre as cores mais clarinhas para ir trabalhar e batom vermelhão para o happy hour com os amigos ou a balada do final de semana. Mas independente da maquiagem que eu uso, confesso que para mim é muito difícil abrir mão do corretivo, da base e do pó. Como tive muitas espinhas na adolescência, fico encanada com marcas e algumas manchas que ficaram, isso sem falar nas minhas olheiras, que eu costumo brincar que sem meu corretivo já posso fazer cosplay de panda. Todo mundo que já me viu sem maquiagem diz que é besteira, que não tenho manchas, mas sempre fiquei com um pé um pouco atrás afinal, a gente sempre “tem” aquele defeitinho que ninguém nunca acha, só nós mesmos.

IMAGEM VIA WE HEART IT

Por conta de algumas crises alérgicas a produtos, recentemente tive que ficar alguns dias sem maquiagem para a pele voltar ao normal. O mais curioso é que, ao me lamentar com os amigos o fato de estar proibida de usar maquiagem por aqueles dias, eles reagiram de outra forma: uma parte disse que não notaram nenhuma diferença e outra, que eu ficava até melhor sem maquiagem.Recentemente tive um papo bem parecido com uma amiga. Ela havia passado por uma situação parecida e foi encontrar um amigo em um bar com quase 0 de maquiagem. Ela, que também tem várias encanações com a pele, recebeu elogios do amigo, dizendo que a pele dela estava incrível e ela estava linda.

BRINCANDO HOJE CEDO DE CARA LAVADA COM A TOYCAM DO IPHONE

Tudo isso para dizer que às vezes, na hora de encarar o espelho, procuramos defeitos aonde eles não existem ou desejando alcançar uma beleza irreal. Quer outro exemplo? Poros dilatados. Isso é uma coisa que sempre me incomodou profundamente, mas infelizmente tenho pele oleosa. Sempre tentei usar maquiagem para disfarçar os poros, cheguei até a usar aqueles primers especiais para reduzir a aparência deles, tudo em vão. Chegou uma hora que eu acabei aceitando que minha pele era assim e desencanei.

Foi pensando nessas encanações, muito comum entre nós mulheres, que Dove criou o Concurso Cara Lavada, incentivando assim a beleza real e sem encanações. Para participar, você deve se cadastrar no site do concurso enviando uma foto sem maquiagem até dia 23/09. Depois disso, é fazer uma campanha com seus amigos e seguidores nas redes sociais para votarem em você. Caso você for uma das 20 mais votadas, será convidada a dar um depoimento e dessas, os 7 mais bacanas serão selecionados e participarão de um ensaio fotográfico, cujas fotos serão veiculadas em anúncios de revista.

Enfim, mais uma iniciativa super bacana de Dove para valorizar a beleza de cada uma de nós, independente de características físicas :)

Ah, e quem participar deixa o link aqui para eu visitar e deixar meu voto hein? \o/

Publieditorial
 
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