Oi pessoal, tudo certinho?

Vocês sabiam que os pincéis podem fazer toda a diferença no resultado final? Tão importante quanto escolher uma boa marca de maquiagem é aplicar da forma correta. Para ajudá-las nesta tarefa, fiz um vídeo mostrando minha coleção de pincéis e qual a função de cada um deles!

Para conserva-los, é ideal lavar os pincéis uma vez por mês com água fria e shampoo neutro, com muito cuidado e não os de molho nem torcendo as cerdas.

Você pode comprar em sites como a Sacks e a Pink Gloss, que diga-se de passagem, é o kit roxo e branco do vídeo e eu adoro!

Beijinhos e até sexta-feira com um tutorial super especial!

colaboradores
 

Hoje é o Dia Mundial do Rock e nada mais justo do que um post especial sobre o tema. Afinal, moda e música andam tão juntas que é praticamente impossível separá-las. E qual o gênero musical mais representativo para a moda? Arrisco dizer que seja o rock e a explicação é bem simples. O rock é criado por jovens para jovens e grande parte das revoluções estéticas e comportamentais que o mundo sofre (e já sofreu) foram impulsionadas por esse grupo. A moda, por sua vez, passa pelo mesmo processo. A prova disso é o enorme número de blogueiros jovens que estão revolucionando o mundo da moda com uma nova forma de criar estilos, lançar tendências e porque não, de fazer jornalismo e moda. Então, juntei rock e moda e preparei um post bem legal cheio de referências para vocês.

Vem comigo!

Anos 50

Foi aqui que tudo começou. Influenciados pelo Blues – ritmos tocados pelos dos negros norte-americanos desde o final do século XIX –, o R&B – gênero popular desde os anos 1940 – e o country music, os brancos incluíram guitarras elétricas, baixo e bateria e criaram um som novo, feito para dançar, com uma linguagem e atitude sensual apurada e um ar de rebeldia sem causa: Nascia assim o Rock ‘n’ Roll. O boom mesmo aconteceu quando o grupo Billy Haley & the Comets lançou a música Rock Around The Clock que foi a primeira música que definiu claramente o novo gênero musical e atingiu rapidamente o sucesso. Mas, foi Elvis Presley quem melhor divulgou o estilo “rockabilly” e até hoje é referência do estilo. Além dele vale ainda lembrar de Jerry Lee Lewis com o seu inseparável piano e dos negros – para o horror da sociedade norte-americana conservadora e preconceituosa da época – ChuckBerry e Little Richard que também fizeram um sucesso absurdo na época.

Na moda surge o New Look da Dior e a volta da silhueta feminina e glamourosa nos anos pós guerra. Os vestidos eram amplos, com cintura marcada e saia rodada. Chapéus, luvas e jóias eram acessórios obrigatórios. Foi o período do apogeu da alta costura e Balenciaga, Givenchy, Balmain e o próprio Dior, por exemplo, viveram seus tempos de glória. No cinema atrizes como Audrey Hepburn, Grace Kelly e o sexy Rita Hayworth era sinônimo de elegância máxima. Os homens faziam um estilo rebelde com topetes à base de brilhantina, jaquete de couro e motos envenenadas alà Marlon Brando e James Dean.

O melhor de tudo? O estilo dessa época promete ser uma super tendência para as próximas estações. É hora de tirar a saia godê do armário, marca a cinturinha, investir no rabo de cavelo com topetinho chique.

Para saber mais
Assista: O Selvagem (1953) por causa do figurino usado por Marlon Brando a jaqueta perfecto é o que é até hoje.
Ouça: O disco Elvis Presley, o primeiro disco do cantor homônimo, gravado em 1956.
Leia: O Apanhador no Campo de Centeio foi lançado em 1951 e até hoje é um clássico.

joana
 

Muitos de vocês talvez nunca tenham chegado perto de uma fita K7. Ícone de gerações (inclusive da minha!), deixou de ser usado com o surgimento do CD e principalmente pelo fácil acesso a música em formato digital.

Inspiração para objetos com tema vintage como bolsas, tapetes e até case para o moderníssimo iPhone, as fitas K7 ganharam uma nova função nas mãos da artista plástica norte-americana Erika Iris Simmons: o miolo da fita que antes trazia canções viraram “ilustrações” de grandes ícones da música e cultura pop como Marilyn Monroe, Michael Jackson, Robert Smith (The Cure) e da eterna bonequinha de luxo Audrey Hepburn.

O projeto Ghost in the Machine leva este nome não só por prestar uma homenagem a este tipo de mídia mas principalmente pela idéia dos artistas estarem ressurgindo de dentro da própria fita como fantasmas. O resultado é facinante!


 
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