Uma das coisas nas quais eu me orgulho de ter aprendido mais especialmente no último ano, foi ser mais consciente no que se diz respeito a consumo. Ano passado fiz um post-desabafo no blog sobre o quanto eu era consumista e que eu estava tentando aprender a comprar menos e melhor. Se um pouco antes daquele post eu fazia aloca da perfumaria, hoje elejo apenas aquilo que vai satisfazer meu desejo e minha necessidade daquele momento. Por isso, não hesito de pagar ás vezes mais caro por uma coisa que eu sei que vai valer a pena e que eu quero muito. Não é status, mas sim a consciência que eu criei ao longo desses anos de compre pouco, mas compre bem.

Na mesma época que eu escrevi aquele post, fiz uma seleção daquilo que eu costumava usar com mais freqüência e outras que eu havia comprado por impulso, como sombras coloridas e esmaltes em cores que eu não costumo usar e acabei passando para frente. Isso sem dizer nas coisas que eu recebo das assessorias e agências, que acabam ficando acumuladas aqui por causa das minhas restrições alérgicas à alguns produtos. Do que restou, fiz um pacto comigo mesma: só voltaria a comprar coisas novas quando conseguisse eliminar parte das coisas que restaram, que realmente faziam parte do meu dia-a-dia, como bases, corretivos, delineadores, blush, máscaras de cílios e batons. Nesse pacto, também inclui produtos de cabelo e perfumes, coisas que eu também tenho aos montes aqui em casa.

Logo depois de ter feito esse pacto comigo mesma, conheci o Project Pan através de um post no Vende na Farmácia, que surgiu entre as blogueiras e videologgers de beleza gringas e ganhou algumas adeptas aqui no Brasil –inclusive a própria Loo. A idéia é mais ou menos como aqueles memes da blogosfera old school, aonde você elege até 10 produtos que estejam perto do prazo de validade ou próximos de acabar para usar até o fim. O nome é inspirado no fundinho que a gente vê quando o pó ou base compacta começa a apresentar seus primeiros indícios do fim.

O RESULTADO DOS MEUS "PANS"

O mais legal dessa experiência é que além de conseguir eliminar as coisas antes do prazo de validade (maquiagem estraga, tá?), é que eu estou aprendendo a fidelizar alguns produtos e elegendo o que eu quero levar para a vida. Claro que estar aberta a testar coisas novas é bem bacana, mas vamos combinar que tão bom quanto isso é encontrar um produto certo, daquele que parece que foi feito sob medida para atender nossas necessidades sem precisar sair gastando horrores a busca do cosmético perfeito. No meu caso, elegi minhas bases (Studio Fix da MAC para o dia e Nude da Dior para a noite), o delineador (fluid line da MAC) e o corretivo (Studio Fix da MAC) como os itens honour concour da minha penteadeira.

Para quem curtiu a idéia e quer aderir ao projeto, vale a pena ler também o post da Gabi do Lipstick Corner que foi a última adepta do desafio e abriu um grupo no Flickr para que outras meninas compartilhem a experiência :D

 

SÉRIO QUE VOCÊ FEZ ISSO RIHANNA? ME DIZ QUE É UMA PIADA DE MAL GOSTO VAI!

Eu sou do tipo de pessoa extremamente sincera e honesta comigo e com meus princípios. Desculpa se para algumas pessoas soa hipocrisia, mas eu realmente acredito que algumas coisas estão acima de tudo e dinheiro nenhum pode comprar. Dignidade, integridade, amor próprio e honestidade são algumas delas. Sabe a paz de poder encostar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente? Então. Eu não abro mão disso, e não são verdinhas que me fariam mudar de idéia. E talvez seja por isso que em algumas ocasiões, fico extremamente assustada e inconformada como as pessoas agem sem escrúpulos, só vislumbrando um resultado que mais me parece uma realização financeira do que pessoal, mesmo que seja preciso pisar em cima dos próprios princípios.

Isso talvez justifique o tamanho da minha decepção pela Rihanna, cantora que até pouco mais de 24h atrás admirava não só musicalmente, mas principalmente por ter conseguido reerguer sua carreira e se estabelecer como um dos maiores nomes da música pop atual depois de ter seu auge nos tempos de Good Girl Gone Bad ofuscado pela agressão causada pelo ex-namorado Chris Brown após uma discussão a caminho do Grammy 2009. Minha admiração não se limitava ao fato de reerguer a carreira, mas também como pessoa, pelo fato de ter conseguido superar, ao menos publicamente, este triste e lamentável acontecimento. E acredito que mesmo quem não a acompanhe, seja por incompatibilidade musical ou por qualquer outro motivo, ficou chocado com a história e admirado com a força que ela teve para reerguer sua vida e a carreira, afinal, violência contra a mulher é uma daquelas coisas que revoltam qualquer pessoa com o mínimo de bom senso e compaixão.

Quando começaram os primeiros boatos sobre uma possível parceria do ex-casal para o single de Birthday Cake, confesso que não botei muita fé, bem como uma possível reconciliação noticiadas pelos tablóides depois de todos os ocorridos e das justificativas bizarras de Chris Brown sobre o ocorrido. Até que ontem, no dia do aniversário de 24 anos da Rihanna, eles resolveram dar um presente (só que ao contrário) para os fãs e todos aqueles que torceram por ela: a versão remix de Birthday Cake, novo single do ótimo Talk That Talk, que já contava com uma letra cheia de trocadilhos sexuais e ganhou uma nova estrofe, dessa vez cantada por ninguém menos do que Chris Brown. Estrofe, diga-se de passagem, abusando do mal gosto, algo do tipo “quero te ****** agora, faz muito tempo que não tenho seu corpo”. A questão não é bem a letra ou pagar de puritana em pleno 2012 com a música pop cada vez mais apelativa e sexual, mas com tantos rappers por aí e Rihanna bombando no mundo com várias músicas em #1 nas paradas, ela precisava se rebaixar a este ponto com o cara que quase acabou com a vida e a carreira dela? Mesmo?

Há quem diga que tudo isso é “mídia” e propositalmente pensado para gerar “polêmica”, mas tudo que eu consigo pensar é numa inversão de valores e a perda do bom senso. Como eu comentei com o André Pacheco, para tudo nessa vida existe um bom senso, inclusive para a máxima do “falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. A questão aqui não é um reencontro após uma briga boba de casal, uma rixa criada entre fãs a la Britney x Gaga, um desentendimento: foi um crime. Crime esse que acontece todos os dias em todo o mundo, dentro da casa de muitas pessoas. E desculpa: gerar mídia em cima disso é vexatório e vergonhoso. Rihanna não precisava levantar bandeira contra a violência, abrir ONG, virar embaixadora de alguma campanha, mas o que deveria ter no mínimo era respeito por outras mulheres que assim como ela, sofreram nas mãos de seus ex-companheiros. Deveria permanecer calada e fazendo o trabalho mega bacana enquanto que ela estava fazendo até então.

Rihanna já é grandinha, completou 24 anos, já sabe muito bem o que fazer da vida. Perdoar alguém que te fez mal em algum momento da sua vida é uma atitude louvável, mas acho que para tudo existe um limite. Guardar mágoa é natural, afinal, quem nunca? O que me assusta nesse caso é essa falta de bom senso, respeito e princípios. Será que vale mesmo a pena se sujeitar a isso publicamente só para gerar “mídia” e polêmicas desgastantes? Será que vale a pena colocar a ganância por mais um #1 nas paradas e pisar em cima dos próprios princípios? Acho uma pena que um single, que é ótimo e tinha tudo para ser mais um sucesso, e uma cantora incrível precisem deste tipo de apelo. O resultado está aí: fãs inconformados, pessoas que admiravam sua carreira e sua garra decepcionados. Ao que parece, o tiro saiu pela culatra e grande parte dos seus admiradores repudiaram a atitude.

Se para ela falta amor próprio, ela deveria ao menos ter compaixão por outras tantas mulheres que passaram pela mesma situação. Lamentável.

 

Carnaval, essa época bonita e colorida do ano na terra do samba e pandeiro, aonde os hits do axé, do funk, do sertanejo universitário, enredo clássicos das Escolas de Samba e marchinhas viram trilha sonora nos bailes, bloquinhos e ruas da cidade.

Se você não aguenta mais “tira o pé do chãããão”, “noooosa nooossa” nem tche tchererere mas quer deixar de sensualizar nesse Carnaval, keep calm and TEM MIXTAPE NOVA! A ordem aqui é incorporar o lado ~sensual~ do Carnaval para sensualizar e dançar até o chão nos próximos dias de folia com alguns dos hits mais hot do pop e do rock. YAY!


Para baixar esta mixtape e sensualizar levar para aonde você for, clique aqui. E veja aqui todas as tapes que passaram pelo blog!

 

Quem tem cachorro em casa ou já conviveu com um sabe que além de amor, carinho, cuidados, comida e responsabilidade por parte dos tutores, eles precisam de pouca coisa para se divertir, mesmo que cada um tenha uma personalidade um pouco diferente do outro. A Belly adorava bolas e panos para brincar de morder e chacoalhar quando estava nervosa. A Jully nunca ligou para brinquedos (aliás, tinha medo!) e sempre preferiu passear e correr no gramado. Já a Lilly e a Chilly são uma descoberta nova a cada instante: a Lil-lo adora bichinhos de pelúcia e adotou um patinho que faz barulho como “filho”, enquanto a Chil-lo se diverte (e destroi HAHAHA) chinelos, sapatos e meias. Enfim, estou realizada porque minha diversão depois de um dia longo de trabalho é ficar jogando bolinha para elas pegarem e provocando a Lilly com o “qüen qüen” do pato. Coisas e alegrias que só quem tem um bichinho em casa sabe como é.

Foi pensando nesse facínio que os cachorros tem por alguns objetos que o fotógrafo especializado em pets Seth Casteel montou o Underwater Dogs, uma série de fotos que mostra que eles fazem tudo por uma simples bolinha -inclusive, pular na piscina. O resultado são muitas caras e bocas inusitadas, como o Photopets da Carli Davidson.


Além de fofo e divertido, Seth Casteel ainda aproveita sua popularidade como fotógrafo animal para divulgar o Second Chance, um projeto que resgata animais abandonados e maltratados e os encaminha para a adoção. Muito amor gente!

Vocês lembram da Chilly, a doguinha que eu adotei em novembro com 45 dias de vida? Ela cresceu, já tá quase do mesmo tamanho que a Lilly, linda e cheia de personalidade . Mas o mais engraçado da Chil-lo é que ela é super fotogênica e cheia de expressões, bem “mood do dia”. Tem como não amar? <3

E aproveitando a vibe cachorreira e fofa deste post, já viram que a Disney reproduziu a cena clássica de “A Dama e o Vagabundo” para a vida real? Juro que eu quase chorei de tanto amor que eu senti assistindo o vídeo. Para quem ainda não viu, clica aqui!

Um cute overload para todo mundo começar esse feriado cheio de amô no coração <3

 

Este ano completo 10 anos que eu blogo, sendo 6 deles aqui no Borboletando. O que começou como uma brincadeira de adolescente influenciada pelas minhas duas melhores amigas da época e meu ex, foi ganhando forma e virando coisa séria –ou melhor, em partes. Quando me refiro a uma coisa séria, não estou falando que o blog é profissa ou que eu tenha algum objetivo puramente financeiro com ele, mas é porque ele virou parte da minha vida, quase tão importante e necessário como estudar, trabalhar e arrumar tempo pra me divertir. O blog definitivamente é minha extensão minha vida, do que eu sou e do que eu acredito. Minha paixão pela blogosfera é tão grande que é o objeto de estudo da minha pós graduação em Relações Públicas e foi tema do meu artigo do semestre passado. É algo que eu não só gosto, mas de fato me interesso, me dedico, leio e estudo.

Nesses 10 anos blogando, passei por todas as fases que vocês podem imaginar. Do blog bobinho e cheio de gifs e imagens engraçadinhas mais ou menos como vocês fazem hoje no Feicetruque ao diário do que eu fazia da minha rotina na escola e como vestibulanda, seguido pela minha vida na faculdade, as primeiras baladas na cidade grande e minhas desilusões da vida. Com o tempo, além de achar que eu estava me expondo demais, comecei a entrar em crise porque eu achava que o blog não tinha um estilo, uma identidade, um assunto único e passei a deixá-lo cada vez mais impessoal e centralizado nos assuntos que eu sempre me interessei como moda e beleza. Óbvio que essa fase não durou muito porque a minha motivação é outra, sou filha da blogosfera old school e preciso olhar para meu blog e me enxergar, me identificar.

Na mesma fase que eu comecei a me auto-bodiar do meu próprio blog, comecei a pegar bode da blogosfera. Além de blogueira e leitora, trabalho com relacionamento e social media e dentre minhas inúmeras tarefas da minha rotina de trabalho, faz parte ler blogs e também analisar os vários pedidos que chegam todos os dias na caixa de entrada do e-mail da firma. Dentre eles, pouquíssimos estão interessados em conhecer a marca e o conceito dos produtos: a maioria mesmo, só está interessada no jabá. E aí eu me pergunto: oferecer uma resenha em troca de um produto é mesmo válido? Eu particularmente acredito que na grande maioria dos casos, a opinião fica sugestionada, porque infelizmente a maioria tem medo de se queimar com as empresas. Não, não estou criticando o envio de jabás e a publicidade, quero mais é que quem faça um trabalho bacana, digno e honesto se dê bem. Mas o que me preocupa é a venda de opinião desenfreada e sem critério em troca de um brinde, o publieditorial velado sem identificação. E antes que me apontem o dedo e me chamem de hipócrita, sim, vou em eventos, recebo jabás pelas assessorias e agências e faço publieditoriais, mas faço tudo com o mínimo de bom senso e consciência. Eventos raramente eu vou porque confesso ter preguicinha, deixo para ir das marcas que eu gosto ou lançamentos que me interessam; jabás recebo muitos e quase nenhum vira post no blog –a maioria das resenhas publicadas aqui são de produtos que eu pago com meu rico dinheirinho e as poucas vezes que eu falo sobre algo que eu ganho, deixo claro que o produto foi enviado por uma agência/assessoria e sim, só falo quando eu gosto muito, a ponto de continuar comprando/usando, como foi o caso do Fiberceutic. Já sobre os polêmicos publieditoriais, só faço com as marcas que eu acredito, gosto e uso –e sempre etiquetados com o selo da campanha do Papo de Homem da transparência on-line. Por que todas essas precauções? Porque eu tenho o mínimo de respeito por vocês, leitores. Porque tenho plena noção que muitos de vocês compram coisas influenciados por algo que eu disse e indiquei.

COMO ESTAMOS BLOGANDO? POR UMA AUTO-ANÁLISE E UMA BLOGOSFERA MELHOR

E o que dizer do conteúdo? Cada vez mais do mesmo, repetido a todo instante exaustivamente e muitas vezes, sem nenhum critério e responsabilidade. No desespero de fazer algo diferente, começaram a inventar moda: receita de escova progressiva em casa combinando formol e queratina, silicone e desodorante roll-on na cara como primer, lápis de cor 36 cores substituindo a famosa paleta de 192303048 cores são alguns dos absurdos que chegaram até nós há pouco tempo, mas que estão rolando a meses/anos na web. Mas cadê a responsabilidade com o leitor? Desodorante Roll On por exemplo, tem álcool. Aí você sai na rua nesse calor senegalês que anda fazendo no Brasil e corre o risco de queimar seu lindo rostinho porque não quis desembolsar alguns dinheiros para comprar um produto decente. Não entendo a necessidade que as pessoas insistem em criar para coisas que vivemos tanto tempo sem, como o primer. Não tem dinheiro pra comprar o da MAC? Tem o da Koloss, da Avon. Não tem dinheiro pra nenhum dos 2? Não use, não invente receitas caseiras irresponsáveis. Sua vó, sua mãe e até você viveu tanto tempo sem, qual o problema de continuar sem usar primer?

Mas enfim, cruzar os braços e reclamar não adianta nada né? Por isso, comecei a olhar meu próprio umbigo e cortar da minha própria carne afinal, eu também havia esquecido a essência do que era ser um blog de verdade, aquele que os livros de social media e web 2.0 dizem, aquele blog maroto que eu e muitos de vocês faziam alguns anos atrás. Eu havia esquecido que o blog antes de mais nada, era meu espaço e que eu deveria impor ali minha opinião. Ter o blog atualizado 2, 3 vezes por dia rendia audiência, rendia pageviews mas bobagem… eram só números. Eu sentia falta mesmo era de olhar o blog e ver que ele tinha a minha cara, o meu jeito, a minha essência. Sentia falta de mim. Cortar a própria carne e admitir que você errou e se precipitou por um medo de se expor é um processo dolorido mas ainda assim, quis fazer o caminho de volta para casa. Parei de me cobrar, de me auto-exigir, de respeitar meus momentos de crise e inspiração zero para escrever, como eu já disse aqui. Comecei a priorizar a qualidade e não a quantidade do conteúdo não por preguiça de escrever, mas por respeito aos meus leitores, que merecem ler posts bacanas, interessantes e de qualidade, seja de moda, beleza, música, cinema, fotografia, alguma experiência bacana minha ou até mesmo um desabafo meu como esse que vocês estão lendo. Estou satisfeita porque consegui enfim encontrar um meio termo: não preciso expor minha vida ou falar sobre a minha rotina diária para ser pessoal, mas também não preciso eximir minha opinião e deixá-lo imparcial. Um ano e pouco depois da minha decisão, acho que fiz a lição de casa e estou retomando o caminho que eu queria trilhar.

Contei um pouco da minha história e um pouco de como eu me sinto perante a blogosfera porque nos últimos tempos o que eu mais tenho lido e visto são blogueiras reclamando dos blogs, do conteúdo, da forma com que as empresas se relacionam e também sobre as críticas pesadas e nada generosas dos jornalistas, que quase sempre são interpretadas como “recalque”. Ao mesmo tempo que eu vejo tudo isso, são poucos que eu vejo de fato colocarem a mão na massa, mudarem aquilo que as incomodam. Todo muito quer progredir, quer se reconhecido, mas não fazem por onde: preferem apontar o dedo para a colega ao olhar o próprio umbigo e fazerem uma auto-crítica para saberem o que podem contribuir para uma blogosfera melhor. Mas sabe como é, o comodismo é sempre a melhor escolha para a maioria das pessoas. Falar mal também. Aliás, falar mal de quem conseguiu se dar bem também é bem presente, mas poucos estão mexendo a bunda e os dedinhos no teclado para fazer por merecer. Pra mim isso sim é recalque, mesmo que muitas vezes velado.

Um blog só é blog quando ele tem, de alguma forma, o ponto de vista do autor, não é imparcial. Porém, todos querem ser formadores de opinião mas poucos se preocupam em de fato formar opinião. Falta critério e responsabilidade no que será publicado, medir as conseqüências do impacto que aquela informação vai ter para o leitor. Querem ser tratados e respeitados como imprensa, mas não se comportam com o mínimo ética e comprometimento. Falta bom senso, falta boa vontade e falta principalmente amor, dedicação e respeito. E falta também se acreditarem menos, se levarem menos à sério. A gente tem tantas obrigações, tanta coisa pra fazer, tanta coisa pra se preocupar, pra que levar tudo tão a sério?

POR UMA BLOGOSFERA MAIS DIVERTIDA, LEVE E MENOS BITOLADA

A blogosfera mudou, cresceu, ganhou proporções inimagináveis. Os blogs ganharam status, notoriedade e lugar de destaque dentro da web, mas precisa encontrar um ponto equilibrio. Nem tanto o céu, nem tanto o mar. Menos deslumbre com semanas de moda, eventos de marcas regados a champagnhe e cupcake e talifãs, mais pé em terra firme.

Como já diria Elvis: “menos conversa, um pouco mais de ação, por favor”. E um pouco de amor também não faz mal a ninguém.

OBS: Este post não é nenhuma indireta e nem tem o objetivo de ser. É desabafo do que eu penso e sinto também conversando com outros amigos blogueiros, social medias e leitores, e também um convite para que todo mundo reflita, tome uma atitude e faça de verdade o que gosta, sem pensar nos benefícios e consequências do que isso trará.

 
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